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sexta-feira, 5 de agosto de 2016

As conquistas dos governos Lula e Dilma foram usurpadas por uma oposição sem rumo e sem projeto

Copa do Mundo e Olimpíadas: acertos e erros

Os dois maiores eventos mundiais sediados pelo Brasil nos últimos anos, a Copa do Mundo em 2014 e os Jogos Olímpicos Rio 2016 foram importantes conquistas alcançadas durante e graças ao total empenho do Governo Lula.
São dois eventos de altíssima visibilidade e que deveriam garantir uma imagem positiva para o mundo e um legado benéfico para os brasileiros. É claro que ambos foram e são marcados por erros e acertos. Os erros, em sua maioria, são consequências da corrupção e da ganância daqueles que sempre colocam os seus interesses pessoais e corporativos acima do bem-estar do povo.
As inúmeras denúncias de irregularidades que envolvem a maioria dos estádios construídos ou reformados para a realização da Copa de 2014 comprovam estas anomalias. Porém, isso não vem de agora, mas sim de décadas e décadas atrás. Poderíamos tomar como exemplo clássico a própria construção de Brasília.
Mas não se pode ignorar o legado positivo deixado por tais eventos e pela ação governamental. É sempre bom lembrar que os governos Lula e Dilma contribuíram efetivamente para a realização de importantes obras de infraestrutura para receber os Jogos da Copa do Mundo em 12 capitais e os Jogos Olímpicos na Cidade Maravilhosa RJ. Basta ver os investimentos no aeroporto internacional Tom Jobim, na nova estação do Metrô, o VLT - Veículo Leve sobre Trilhos do Tom Jobim até a Barra, e a revitalização da zona portuária do Rio, entre outras.
Infelizmente, alguns fatos políticos se coincidem com esses eventos e afetam negativamente a imagem do nosso país no mundo. Se em 2014, ano da Copa do Mundo no Brasil, a presidenta Dilma Rousseff foi reeleita com 54,5 milhões de votos, agora em 2016 ela se encontra afastada do mandato, que foi legitimamente conquistado nas urnas, pela ação nefasta e oportunista de golpistas e corruptos que estavam abrigados no próprio governo e de uma oposição sem projeto, apoiados pelos grandes meios de comunicação que na realidade sempre se comportaram como um partido de oposição aos governos do PT.

É interessante observar que em países como Argentina e o Peru, as eleições presidenciais também foram acirradas e os eleitos venceram com pequenas margens de votos, entre 1 e 1,5%, assim como no Brasil. Mas nos casos de Argentina e Peru as oposições tiveram a hombridade de aceitar os resultados.
Por aqui, ao contrário, as oposições não sossegaram enquanto não afastaram a presidenta eleita pelo povo, sob uma já desmascarada farsa em conluio com a grande mídia, membros da oligarquia política e setores do Judiciário.
Lamentavelmente para o povo brasileiro, os Jogos Olímpicos 2016 ocorrem justamente num momento de grave crise política, com o país sendo comandado por um governo golpista, ilegítimo e sem projeto, que ameaça destruir os direitos e os avanços sociais conquistados pela população brasileira não somente nos últimos 13 anos, mas também tudo aquilo que foi garantido pela Constituição de 1988.
E no momento em que os senadores se preparam para votar um golpe parlamentar com o nome de “impeachment”, uma coisa é certa: se isso for aprovado este governo jamais terá condições de governar o Brasil, pois ele não tem o apoio da sociedade e nem dos movimentos sociais organizados.

FORA TEMER E VIVA AS OLÍMPIADAS!


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