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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Elite esconde suas malfeitorias e persegue quem luta pelo povo; com o apoio da mídia e de setores da justiça

A elite brasileira que sempre se comportou de forma indecente, especialmente no campo da política e da ética, durante mais de 500 anos, se apropriou das estruturas do Estado e nesta sanha arrebanhou grandes fortunas. Por isso, a elite nunca vai se conformar com as mudanças e os avanços sociais ocorridos no Brasil durante os últimos 13 anos.

Este é um preconceito histórico, que vem desde a época da casa grande e da senzala, e agora é simbolizado em cima de um grande líder operário que surgiu no Brasil, o Lula. A figura dele representa exatamente o outro lado da moeda. Esta mesma elite que se perpetuou durante décadas no poder à custa da opressão, da manipulação e da cooptação do direito sagrado do voto, não se conforma em ter sido derrotada justamente pela conscientização da população, principalmente em relação aos direitos fundamentais.

Lula, uma figura operária que durante a sua vida inteira se dedicou às causas sociais, hoje paga o preço da agressão e do ranço dos velhos patriarcas da burguesia brasileira. Essa perseguição, que vem desde o seu surgimento no campo do enfrentamento na defesa das reivindicações sindicais, se multiplicou no momento em que ele entrou numa seara que não era permitida aos mais pobres, que é a disputa por um espaço no poder pela política.

Nos últimos 40 anos, Lula sofreu uma perseguição implacável, mas como nunca encontraram absolutamente nada que o comprometesse em matéria de corrupção, coisa que a elite sempre praticou e pratica nestes mais de 500 anos, hoje vasculham a sua vida pessoal e da sua família na tentativa de incrimina-lo, por medo de que ele volte novamente à Presidência da República em 2018.

Eu insisto que essa é uma tentativa abusiva e agressiva em vão, porque aqui no PT os filiados se comportam como “madeira que cupim não rói”, segundo um velho ditado popular. Aqui nos pautamos pela defesa da democracia e da liberdade, e sempre estamos a postos para enfrentar qualquer desafio.

Vale lembrar que em 25 de fevereiro de 1981, o Lula e mais 12 sindicalistas foram interrogados na 4ª Circunscrição do Exército, na Brigadeiro Luis Antônio, em São Paulo, e mesmo com o bloqueio em vários quarteirões, nós petistas estávamos a postos à frente da Auditoria para defender os nossos companheiros. E assim nos comportaremos sempre que necessário.

Enquanto aqueles que sempre se pautaram dentro das regras e normas legais são perseguidos, esta mesma elite, disfarçadamente ou não, usa e abusa dos poderes constituídos para esconder as suas malfeitorias. E nisso é apoiada por uma justiça que desde o princípio foi constituída para defender os interesses dos ricos e para prejudicar os pobres e quem luta por eles.

A verdade virá!


Francisco Rocha (Rochinha)



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