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sexta-feira, 30 de outubro de 2015

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

ANIVERSÁRIO DO COMPANHEIRO LULA

Mensagem Felicitações.



Ao companheiro Lula,


No momento que me dirijo ao companheiro para parabenizá-lo pelo seu aniversário, gostaria de lhe dar um forte abraço e te desejar saúde, liderança e forças para continuarmos na luta. 

Não poderia deixar passar em branco a maneira irresponsável e jocosa como a grande mídia tem se comportado a seu respeito, especialmente o "Jornal o Globo" de ontem(Domingo), cujo o titulo dizia que na data do seu aniversário você não tinha o que comemorar e hoje, para tirar a importância e o brilho simbólico do seu aniversário, o JORNALÃO (FOIA DE SÃO PAULO), abre manchete dizendo que a PF busca documentos no escritório do filho do Lula. Só dentro do texto o jornal cita que se trata de Luiz Claudio. É uma maneira vergonhosa de tentar fazer com que o seu aniversário seja eivado de maus noticias. 

Digo em alto e bom tom que isso não passa de um mero engano, de quinhentos anos de existência do Brasil, foi você quem mais fez o bem por este país, ajudando principalmente a classe trabalhadora e pobre. 

Saibam os meios de comunicação, que são dominados por meia duzia de família da velha oligarquia brasileira que, este que voz fala, não tem e nem terá o menor temor de enfrentar os acintes da velha mídia venal. 

Você, o PT e nós Petistas, continuamos vivos e firmes! 

Jamais deixaremos abater pela covardia deste cancro de ma imprensa venal! 

Já os derrotamos por varias vezes e continuaremos a derrota-los. 

Aqui se tomba um, surge mil! 


Parabéns meu companheiro e mais uma vez lhe desejo meu forte abraço!

Rochinha. 

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Ajustes na economia assegurando os programas sociais.

O preço do chamado ajuste fiscal na economia brasileira, deve ser pago por aqueles que acumularam grandes fortunas a custa da mão de obra dos trabalhadores brasileiros. Além disso, o governo da presidenta Dilma, deve junto com os órgãos de fiscalização financeira e da justiça cobrar dividas que remontam anos de parcelas significativa da elite financeira e política por meio de sonegação de impostos, temos exemplos claros e comprovados que passam pelos "Bilhões" das fraudes do Banestado, das fraudes do HSBC, das fraudes da ZELOTES e dezenas ou até centenas de outras fraudes ou comprovadas ou em processo de investigação.

A casa grande tem uma divida de 500 anos com a senzala, que precisa ser paga com juros e correção monetária.

Me espanta apesar de ser vacinado, quando escuto setores da oligarquia brasileira, elogiar o ajuste fiscal única e exclusivamente por meio de cortes em programas, especialmente do Bolsa Família e do programa Minha casa Minha vida. Estes dois programas, para começo de conversa, fazem parte desta velha divida da casa grande senzala durante 500 anos que, agora começa ser paga e precisa ser bancada pelo bolso daqueles que sugaram o suor do povo pobre do Brasil. Incluindo aí, a nação indígena e os escravos.

Penso que o governo deve avançar imediatamente na continuidade destes programas e na melhoria do estado brasileiro priorizando pelo menos, duas ou três obras estruturantes, por estados ou regiões que contribua para a geração de empregos e a melhoria dos salários.

O PT deve reafirmar sempre a sua decisão de ter apoiado o ajuste do governo no V Congresso em Salvador/BA e depois em reunião da Executiva Nacional. Mais tem a obrigação e o dever de acompanhar e cobrar do governo, a garantia da continuidade e dos avanços de todos os programas sociais, especialmente os que estão votados para a melhoria de vida dos trabalhadores e sobre as áreas de Educação voltadas para a juventude tanto no que toca ao ensino Médio e Fundamental como as escolas de estudos profissionalizantes.

Este, é um compromisso de um partido e de um governo popular e de esquerda.

Francisco Rocha - PT (Rochinha)

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Privatizações tucanas: Brasil recupera R$ 2 milhões de R$ 124 Bilhões desviados


Esta será a terceira parcela repatriada dos recursos remetidos ilegalmente para o exterior, entre 1996 e 2002, no auge das privatizações tucanas. Mas as investigações sobre o caso continuam cercadas por uma cortina de fumaça. No Judiciário, as ações estão pulverizadas em diferentes varas. No Legislativo, a CPI do Banestado terminou em pizza e a CPI da Privataria segue engavetada

O governo brasileiro conseguiu recuperar R$2,2 milhões dos recursos públicos remetidos ilegalmente ao exterior via Banco do Estado do Paraná (Banestado), no esquema de corrupção que abalou o país entre 1996 e 2002, no auge das privatizações do governo Fernando Henrique Cardoso. De acordo com o diretor do Departamento Internacional da Advocacia Geral da União (AGU), Boni de Moraes Soares, a parcela que será repatriada já é a terceira relativa ao caso. As duas anteriores representavam valores equivalentes. Mas o percentual desviado é bem mais robusto: algo em torno de R$ 124 bilhões, conforme o deputado Protógenes Queirós (PCdoB), que é delegado da Polícia Federal

Soares conta que os R$ 2,2 milhões estavam bloqueados, desde 2005, em uma conta aberta nos Estados Unidos, por três brasileiros já condenados em primeira instância por envolvimento no caso Banestado. Para reaver o montante, não bastaram os pedidos de devolução feitos pelo Ministério da Justiça (MJ), com base em tratados de cooperação internacional. Foi necessário comprovar, na Corte Distrital de Nova York, que o dinheiro depositado no banco norte-americano era fruto de corrupção. Causa que a AGU assumiu em 2010, segundo ele.
O MJ, que é responsável pela repatriação, não divulga a identidade dos brasileiros e mesmo o nome da instituição financeira. Dez anos após o fim do governo que conduziu as grandes privatizações brasileiras, o escândalo do Banestado permanece cercado por uma cortina de fumaça. As ações contra executivos do banco, doleiros e usuários do sistema fraudulento do banco estão esparsas em diferentes varas da justiça brasileira, a maioria sob segredo de justiça, o que dificulta seu acompanhamento.
A reportagem de Carta Maior perguntou ao secretário nacional de Justiça, Paulo Abrão, quanto, exatamente, o Brasil já recuperou dos recursos desviados via Banestado, quanto resta bloqueado no exterior aguardando o curso dos processos legais e qual o andamento das ações penais relativas ao caso. “A maior parte dos processos corre em segredo de justiça. Como o MJ só atua quando acionado pelo Ministério Público ou pelos juízes responsáveis pelas ações, não nos cabe informar detalhes”, respondeu Abrão.

Uma CPI abortada e outra engavetada

No Legislativo, as investigações sobre o caso não tiveram êxito. A CPI do Banestado, aberta em 2003, terminou em pizza: um acordão indigesto entre PSDB e PT poupou das investigações uma farta carteira de clientes vips da “lavanderia”. Entre eles, alguns já comprovadamente culpados, como o deputado Paulo Maluf (PP-SP), o juiz Nicolau dos Santos Neto, e a fraudadora da Previdência, Jorgina de Freitas. E outros sob os quais pesavam graves indícios, como o publicitário Marcos Valério (que, à época, atendia o governo tucano de Minas Gerais), o ex-senador Jorge Bornhausen (do antigo PFL) e o candidato pelo PSDB à prefeitura de São Paulo, José Serra.
O deputado Protógenes Queirós não desiste de esclarecer os fatos. No final do ano passado, apresentou à mesa diretora da Câmara o pedido de abertura de uma nova comissão parlamentar de inquérito para investigar o caso, batizada de CPI da Privataria. Segundo ele, o lançamento do livro Privataria Tucana, do jornalista Amaury Ribeiro Jr, em 2011, trouxe novas evidências da corrupção praticada no país pelo esquema ilícito do Banestado. E reascendeu o anseio por investigações.
Mesmo cumprindo todas as formalidades exigidas pela casa, a comissão, hoje, continua engavetada, enquanto a CPI do Cachoeira, proposta vários meses depois, já está caminhando para a conclusão. “O que os partidos alegaram, na época, é que era melhor esperar as eleições deste ano, para não parece que a CPI era uma armação política para minar a candidatura de Serra”, explicou. Esta semana, porém, ele vai voltar a cobrar a instalação da CPI da Privataria. Como o Serra despenca nas pesquisas eleitorais e pessoas ligadas ao PT estão sendo julgadas por crimes semelhantes no processo do “mensalão”, o deputado avalia que a conjuntura está mais favorável.
Se há participação de tucanos nos desvios do Banestado? Protógenes aposta que sim. Segundo ele, empresários interessados em proteger suas reservas da instabilidade fiscal dos anos 1990 também usaram a lavanderia, mas o grosso do dinheiro era proveniente dos recursos públicos desviados das privatizações do governo Fernando Henrique Cardoso. “Os personagens que encontrei na investigação coincidem com os retrados no livro Privataria Tucana, o que nos leva a crer que o esquema foi, sim, usado para lavar dinheiro do PSDB”, afirma.
Na obra, o jornalista comprova o envolvimento com o esquema de remessa ilegal de dinheiro para o exterior de dois parentes próximos de Serra: o primo Gregório Martin Preciado e a filha Verônica Serra. O relatório da PF sobre o caso Banestado indica também um possível envolvimento direto do próprio candidato à prefeitura paulistana: extratos fornecidos pelo banco norte-americano JP Morgan Chas apontam que Serra era uma das pessoas autorizadas a movimentar a conta denominada “tucano”, que teria recebido US$ 176,8 milhões, entre 1996 e 2000.

Avanços nas investigações de lavagem

A sofisticação do esquema fraudulento do Banestado prejudicou em muito as investigações iniciadas há uma década. Conforme o diretor do Departamento Internacional da AGU, o dinheiro desviado dos cofres públicos era remetido para uma agência do próprio Banestado nos Estados Unidos. Em Privataria Tucana, Amaury relata que, de lá, o dinheiro circulava em várias outras contas, de forma a despistar sua origem, para só depois ser depositado em paraísos fiscais ou retornar, já lavado, às mãos de seus verdadeiros donos.
Até 2003, o Brasil também não contava com dispositivos eficientes para combater a prática. Foi só após a posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que os mecanismos destinados ao combate de crimes que resultam em evasão de divisas foram desenvolvidos. Segundo o secretário nacional de Justiça, a criação da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (Enccla) mudou a forma do país processar a investigação desses crimes. O fórum, que congrega 60 órgãos e entidades dos três poderes da República envolvidos com ao combate à lavagem, permitiu a troca de informações, dinamizando prevenção e investigação.
Abrão destaca também a implantação dos Laboratórios de Lavagem de Dinheiro (LABs) , classificados por ele de “escritórios de produção de informação estratégica”. Tratam-se de software e hardware que fazem processamento de dados em massa, indicando as relações que se estabelecessem entre as diversas contas em que os recursos ilícitos circulam. Permitem, portanto, estabelecer a origem e a destinação do dinheiro lavado que, por estratégia de ocultamento, costumam transitar em diferentes contas, de diferentes instituições, antes de chegarem às mãos dos seus verdadeiros destinatários.
O secretário afirma que, hoje, o Brasil possui R$ 3 bilhões de ativos ilícitos bloqueados em outros países, remetidos para o exterior tanto pelo Banestado quando por outros esquemas ilegais de evasão de divisas e lavagem. O montante processado pelos LABs, só de 2009 para cá, chega a R$ 11 bilhões, referentes a 600 casos. “Nossa capacidade de bloqueio de recursos é maior do que a de repatriação porque, no último caso, dependemos da tramitação dos processos aqui no país e nos países estrangeiros”, esclareceu.
O diretor da AGU também avalia que o país tem avançado muito na recuperação do dinheiro público desviado por corrupção. Ele lembra que, na semana passada, o órgão fechou um acordo que resultou na maior operação do gênero, que possibilitará o retorno aos cofres da União dos R$ 468 milhões destinados à construção do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo (TRT-SP), que haviam sido desviados pelo Grupo OK, do ex-senador Luís Estevão (PP-DF). Do total, R$ 80 milhões foram pagos à vista.
O restante foi parcelado em 96 prestações de R$ 4 milhões. E para garantir a recuperação do total do valor, o órgão mantém penhorados 1.255 imóveis de Estevão, com valor correspondente à 150% do que ele deve ao erário.

Najla Passos, Carta Maior fonte 

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Os fatos se sobrepõem as versões.


São raros os dias em que a velha mídia escrita, radiofônica e televisiva não cria um mentira ou um factoide para chafurdar as relações do PT com Governo, com os seus ministros ou vice versa. A FOLHA divulga hoje uma matéria escrita pelo Estadão, cujo o titulo é: "Projeto sobre terrorismo opõe Levy e PT no Senado". Na minha opinião, tanto o titulo como o conteúdo além de estapafúrdia a matéria tem o intuito de criar uma cizânia entre o ministro da fazenda Joaquim Levy e os senadores do PT. 

Uma coisa é, o ministro ter opinião sobre um projeto que tramita em uma das casas do legislativo. A outra coisa é achar que a opinião do ministro seja capaz de influenciar de maneira ingênua o que pensam os parlamentares do PT.

Pra min, tanto o ministro pode dar a sua opinião e ser criticado por ela, como os parlamentares do PT tem o direito de ter sua opinião apoiando ou criticando a posição do ministro, com exceção de quando o assunto é decidido por estancia superior do partido, que ai sim a bancada tem obrigação de segui-la. Mas a velha mídia não para na tentativa de incompatibilizar um ministro do governo Dilma e suas opiniões com as posições do PT, que na historia do partido, elogios e criticas são coisas naturais.

No fundo, o problema é outro. É tentar passar para a opinião publica que o partido que apoiou o ajuste fiscal no congresso de Salvador/BA e depois em uma reunião da Executiva Nacional do PT em São Paulo entra agora em contradição.

O partido deverá propor mudanças de caráter popular e de esquerda independente das posições politicas do ministro. Afinal de contas, a chefe de governo se chama Dilma Rousseff. O Ministro Levy como todos os demais, são funcionários públicos sobre as ordens da Chefe de Estado. Não adianta tentar criar cizânia por que, nós do PT, sabemos aonde os meios de comunicações querem chegar.

Primeiro, criar cizânia de petistas contra petistas e segundo, criar cizânias entre petistas e o governo. NÃO CONSEGUIRÃO!



Vejam a matéria na integra.
"Projeto sobre terrorismo opõe Levy e PT no Senado"



 

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

STF abre inquérito para investigar contas de Cunha

 Atualizado em quinta-feira, 15 de outubro de 2015 - 23h42

MP suíço enviou ao Brasil documentos que mostram origem de dinheiro que pode ser fruto do recebimento de propina em um contrato da Petrobras 

O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), aceitou pedido de abertura de investigação contra o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). A abertura de inquérito foi requerida nesta quinta-feira (15) pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot,

O pedido de investigação foi baseado em informações sobre contas na Suíça atribuídas a Cunha. A mulher do presidente, Claudia Cruz, e sua filha, Danielle Cunha, também são citadas na ação.

Na semana passada, o Ministério Público da Suíça enviou ao Brasil documentos que mostram a origem do dinheiro encontrado nas contas atribuídas a Cunha.

De acordo com os investigadores da Operação Lava Jato, os valores, que não foram divulgados, podem ser fruto do recebimento de propina em um contrato da Petrobras na compra de um campo de petróleo em Benin, na África, avaliado em mais de US$ 34 milhões.

Com a abertura de inquérito, Eduardo Cunha passa a ser alvo de dois processos no Supremo, originados a partir das investigações da Operação Lava Jato. Em agosto, Janot denunciou o presidente da Câmara dos Deputados pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Na denúncia apresentada ao Supremo, Janot afirmou que Eduardo Cunha recebeu U$S 5 milhões por meio de empresas sediadas no exterior e de fachada em um contrato de navios-sonda da Petrobras.

O procurador também pediu que Cunha pague U$S 80 milhões pelos danos causados à Petrobras. Janot acusa Cunha de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.  fonte


quinta-feira, 15 de outubro de 2015

A velha mídia e seus abutres voltam a usar o nome do Lula em vão.


Desde ontem Rádio, jornais e tv insinuam que o ex-presidente Lula se encontra em Brasília na tentativa de fazer acordos (esdrúxulos) no meio político para evitar que, o presidente da câmara Eduardo Cunha, seja punido pelo conselho de ética da casa.

Alerto aos petistas e simpatizantes para não entrarem na lógica da chafurdarão da mídia e seus asseclas.  Conheço o ex-presidente Lula e tenho a certeza de que, mesmo com a sua capacidade e a sua força política ele tem dimensão clara de seus limites e, jamais iria fazer acordos esdrúxulos e que jamais seria assimilado pela militância do PT.

O ex-presidente Lula tem toda nossa confiança para fazer política em prol do PT e conversar com quem ele bem entender, pois confiamos plenamente na sua lealdade para com o partido.

Enganam-se aqueles que pensam que nós vamos entrar em factoides e mentiras que, cujo o intuito é dividir e criar confusão entre o PT e o Governo.
 
Francisco Rocha - Rochinha