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sexta-feira, 29 de maio de 2015

Em carta a direção do PSDB, o Vice-presidente Nacional da legenda admite que o partido não tem projeto para o Brasil.




quarta-feira, 27 de maio de 2015

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Reforma política e eleitoral em andamento no Congresso é um remendo do remendo


Está prestes a ser votada na Câmara e no Senado uma pseudo reforma  eleitoral sobre a qual congressistas conservadores que compõem hoje a maioria da câmara e parte do senado propalam em alto e bom som que estão atendendo as reivindicações das manifestações de rua a partir de 2013 até os dias de hoje. Ledo engano. A reforma em curso vai justamente na contramão de todas as reivindicações dos movimentos sociais.

O sistema vigente já beneficia exclusivamente candidaturas de muitos recursos e de grande estrutura, e o que está em curso no Congresso vai consolidar definitivamente este modelo de eleição. Troca-se as reivindicações de um financiamento público de campanhas pelo financiamento privado doado exclusivamente aos partidos e esses se encarregam de fazer a distribuição aos seus candidatos.

Ora, se hoje as contribuições seguem dois rumos, um carreado pelo partido e outro para o candidato, já temos problemas de sobra. A proposta atual que se apresenta sem nenhum controle. Aonde predominam a esperteza, a ganância, a vaidade e pode gerar corrupção, o modelo proposto vai piorar as coisas. O partido irá se responsabilizar totalmente junto ao Tribunal Superior Eleitoral a respeito da prestação de contas de seus candidatos e candidatas. Quem irá fiscalizar e garantir que eles, candidatos e candidatas, não irão buscar recursos em outras fontes sem nenhum preceito legal? E, aparentemente, ficarão desobrigados (isentos) de prestar contas, seja ao partido, seja à Justiça Eleitoral. Será a legalização indireta e informal do chamado caixa 2.

A proposta do distritão beneficia exclusivamente os candidatos abastados e amparados por setores com interesses corporativistas e privatistas. E vão se sentir eleitos por conta própria sem nenhuma vinculação com a força política da legenda pela qual disputaram a eleição.

Já o “distritinho” reduz grandes centros a partir de 200 mil eleitores a verdadeiros currais eleitorais também centrados em cima de recursos financeiros e privilégios. A cláusula de barreira precisa ser melhor explicitada para não prejudicar a representação de partidos que tem na sua essência a postura ideológica. Dependendo da forma como uma proposta assim seja aprovada teremos um Congresso ainda mais elitista e conservador do que atual.

Esses são alguns entre vários outros pontos nefastos desta proposta de reforma política imposta goela abaixo por uma maioria conservadora e de viés autoritário.

Cai definitivamente por terra a proposta de uma reforma política feita por congressista que fossem eleitos para a elaboração de uma Constituinte Exclusiva e prevalece o conceito daqueles que vão legislar olhando apenas para os seus interesses. Assim fica praticamente impossível para os setores representativos dos movimentos sociais, sindicais, sem terra, pequenos agricultores e outros terem a mínima chance da disputa e muito menos de vitórias.

Joga-se na lata de lixo a proposta da lista preordenada, aonde se valoriza o papel do partido, dos candidatos e a sua representação eleitoral pelo voto. Ou seja, nem o distritão que beneficia exclusivamente os já privilegiados e nem aqueles de baixa densidade eleitoral que, pelo sistema atual, chegam ao Congresso Nacional sendo recambiados por alguns que tiveram votação altíssima.

A sociedade brasileira precisa ficar atenta a este remendo dos remendos que tramita atualmente na Câmara dos Deputados, pois o atual sistema de eleição proporcional já se trata de um remendo eleitoral.

ATENÇÃO SECOM: (Secretaria de Comunicação do Governo Federal e Empresas Estatais)

Presenciei no JN no dia 20/05 a saga do apresentador.
O assunto dos acordos assinados pelo Brasil e a China, teve no máximo um minuto de apresentação. Na sequencia, noticias (ruins) contra o governo tipo lava-jato e ajuste fiscal, tiveram quase 6m. Vocês que engordam a pança da rede globo para garantir a sua sobrevivência, precisam acompanhar de perto o comportamento traiçoeiro da emissora. 

PORTAL TUCANO - UOL

Prévia da inflação oficial em Maio, desacelera para 0,6% em relação a 1,7% em Abril Mais o portal tucano UOL trás manchete de inflação cheia em 12 meses de 8,24% para confundir o leitor.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

O desespero da oposição tem fundamento (por Alberto Kopittke)

É preciso olhar o atual ataque que a oposição político-midiática-financeira está fazendo ao Governo Dilma para além da onda de ódio disseminada em setores da classe média para que se compreenda os seus reais motivos.
As razões para um ataque tão virulento, beirando ilações de apoio a um Golpe de Estado, obviamente não estão na indignação do PSDB, da Rede Globo, da Veja, ou do capital financeiro em relação a corrupção, com a qual sempre conviveram tranquilamente, quando lhes convinha.
O que a oposição percebeu é que, após atravessar mais um ou dois semestres com dificuldades econômicas, os últimos três anos do Governo Dilma podem ser o ápice do atual projeto nacional-desenvolvimentista, iniciado em 2002.
A partir do segundo semestre do ano que vem, o Governo começará a inaugurar as grandes obras dos Governos Lula e Dilma, como a transposição do Rio São Francisco; as Hidrelétricas de Belo Monte (a terceira maior do mundo), de Jirau e de Santo Antônio; a expansão e construção de pelo menos 6 metrôs que estão em obras e dezenas de BRTs; pontes, como a de Laguna (SC) e a segunda Ponte do Guaíba (RS); grandes trechos da Ferrovia Norte Sul; ampliação e modernização dos maiores aeroportos do país; plataforma de petróleo; refinaria Abreu e Lima, que será a mais moderna do país; entre muitas outras.
A Petrobrás que nos últimos anos fez muitos investimentos para se preparar para o pré-sal, volta a se capitalizar a partir de 2016 e as extrações de Petróleo quadruplicam nos próximos três anos.
Além disso, a inflação tende a recuar e a economia voltar a crescer, gerando mais alguns milhões de empregos. E, de quebra, a Presidenta ainda inaugura a Cidade Olímpica e o Parque Olímpica e recepciona as Olimpíadas e as ParaOlimpíadas de 2016, em um megaevento que tende a ser 6 vezes maior que a Copa do Mundo.
Neste cenário, dá para entender o desespero da oposição e seu desatino golpista. Eles sabem que tudo o que foi plantado nos últimos 12 anos, será colhido nos próximos quatro.
Obras da Vila Olímpica que abrigará os atletas nas Olimpíadas 2016 | Foto: Alex Ferro
Obras da Vila Olímpica que abrigará os atletas nas Olimpíadas 2016 | Foto: Alex Ferro
Refinaria Abreu e Lima construída inteiramente com tecnologia nacional
Refinaria Abreu e Lima construída inteiramente com tecnologia nacional
Hidrelétrica de Belo Monte entrará em operação em 2015 com carga suficiente para atender a 40% do consumo residencial de todo o País
Hidrelétrica de Belo Monte entrará em operação em 2015 com carga suficiente para atender a 40% do consumo residencial de todo o País
Novo Terminal do Aeroporto Guarulhos com capacidade para receber 34 aeronaves e 12 milhões de pessoas por ano na primeira fase.
Novo Terminal do Aeroporto Guarulhos com capacidade para receber 34 aeronaves e 12 milhões de pessoas por ano na primeira fase.
O Parque Olímpico do Rio de Janeiro será o palco dos Jogos Olímpicos de Verão de 2016
O Parque Olímpico do Rio de Janeiro será o palco dos Jogos Olímpicos de Verão de 2016
Pré-sal irá garantir recursos para educação com a destinação de 75% dos royalties do petróleo e 50% do Fundo Social do Pré-Sal
Pré-sal irá garantir recursos para educação com a destinação de 75% dos royalties do petróleo e 50% do Fundo Social do Pré-Sal
A Transposição do Rio São Francisco irá garantir água para 12 milhões de pessoas em 390 municípios dos estados do CE, PE, PB e RN
A Transposição do Rio São Francisco irá garantir água para 12 milhões de pessoas em 390 municípios dos estados do CE, PE, PB e RN. fonte

terça-feira, 19 de maio de 2015

Petistas em OFF tentam usar a velha mídia, mas acabam usados por ela


Já faz algum tempo que tomamos conhecimento de notícias distorcidas, notas de intriga e comentários maldosos nos jornalões e/ou em outros meios de comunicação da velha mídia que têm como fontes alguns petistas. Para não falar em documentos que são vazados de forma escandalosa, principalmente às vésperas ou mesmo durante as reuniões da direção ou até das nossas correntes internas.

Este tipo de comportamento condenável se tornou uma constante após a nossa crise política de 2005, intensificando-se após o último PED de 2013. Estas fontes petistas tentam utilizar veículos de comunicação, que são notadamente contra o nosso projeto político, com a intenção de obter algum “ganho” na base da pressão, chantagem ou simplesmente para “queimar” companheiros. Trata-se de uma atitude política desleal e desonesta.

Logicamente, isso não é coisa de simples militantes e dirigentes. São peixes grandes que imitam jacarés botando a cabeça para fora da água sem mostrar o corpo inteiro. Sabemos de figurões que ficam horas e horas trancados com jornalistas repassando intrigas e mentiras para serem divulgados em finais de semana. O engraçado é que eles acreditam ingenuamente que eu não sei de quem se trata.

Quero dizer que por mais que se escondam atrás do OFF ou se movam no anonimato ou pelas sombras, pelo próprio conteúdo das notícias, notinhas ou comentários e até pelo próprio veículo que as divulgou, é possível saber exatamente quem são os petistas falantes, ou de onde partiram as informações para tal. Não se iludam. Quem, como eu, conhece o PT sabe muito bem quem está por trás destes famigerados OFF’s.

Estes petistas em OFF, que tem a ilusão de estar usando a mídia em proveito próprio, acabam por serem usados por ela para tentar provocar guerras internas, desavenças ou a desarmonia dos nossos objetivos políticos. Pior para todos. E quem perde mais é o conjunto do partido e a sua essência.

Em várias ocasiões eles se utilizam até mesmo do nome do Lula falando coisas que, até onde eu o conheço, ele jamais falaria. Um dos exemplos é a matéria recente sobre a mudança de direção do Partido, quando a história verdadeira é outra. Se o Lula fizesse uso desta estratégia seria o mesmo que ele comandasse uma assembleia de metalúrgicos, deliberasse uma pauta e ao chegar no sindicato jogasse no lixo. Refiro-me a uma matéria requentada e divulgada nesta semana em um jornal aonde contam uma versão a respeito dele, quando a história real é justamente outra. Até onde eu o conheço nunca vi - e tenho certeza de que jamais verei - ele fazer uso desse expediente.

Ao invés de falar em OFF seria mais honesto que estes petistas falassem com jornalistas em ON, como eu sempre faço. Assino embaixo dos meus escritos e também das minhas declarações à imprensa.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

EM DEFESA DO PED



O texto abaixo é uma contribuição ao debate em defesa do PED como mecanismo de escolha das nossas direções em todos os níveis. Como contribuição está aberto a sugestões dos companheiros e companheiras e adesão através de assinatura, mande a autorização para incluir o seu nome na lista de apoio através de e-mail clicando aqui ou clique aqui para assinar nossa petição online.

A primeira fase do Congresso pautou o debate sobre a manutenção do PED na eleição das direções partidárias, através do voto direto e secreto.
Antes de apresentar argumentos em favor da manutenção do PED, é sempre importante lembrar que criar o Partido dos Trabalhadores foi um ato de muita coragem, sobretudo frente a tradição política autoritária e elitista do Brasil.
O PT nasceu para fazer diferente. Mas a maior ousadia foi construir um partido que pudesse abrigar militantes das diversas correntes da esquerda, dos meios acadêmicos, dos movimentos sociais, de setores da igreja católica e de sindicatos, muitos deles sem vínculo com uma concepção política mais acabada.

O partido que juntou toda esta diversidade traçou uma estratégia vitoriosa conquistando corações e mentes. Do ponto de vista interno, estabelecemos uma concepção plural, democrática e de massas. Sempre em decisões votadas e aprovadas por maioria. Nossa estrutura deve ser pensada e formada para atender a estes desafios. 

Partido de massas ou um partido de quadros? Um partido tático ou estratégico? Este debate sobre a concepção do PT como um partido de massas e radicalmente democrático, que aparentemente havia sido superado em 1987, pelo 5º Encontro Nacional, que definiu o PT como força política socialista, independente e de massas. Parece estar sempre em questionamento. Principalmente em períodos de crises.

O PED é fruto de um amplo debate realizado no 2º Congresso Nacional e de intensa reflexão a respeito dos limites dos tradicionais métodos de organização partidária na consolidação de um partido estratégico e de massas como se pretendia.
Os antigos Encontros não eram mais capazes de atender à necessidade de expandir o número de militantes do partido e nem de ampliar a sua presença territorial. Era preciso inovar e ousar para dar mais legitimidade e organicidade para as direções.

Neste ano, em plena crise, conseguimos criar 1.500 Comissões Provisórias Municipais. O PT está presente hoje em 84% dos municípios brasileiros, com 1,7 milhão de filiados e filiadas. Nosso desafio é aumentar a participação destes militantes, dando vitalidade às instâncias partidárias e aprimorando os mecanismos já existentes no nosso estatuto que permitem o cadastramento e o recadastramento de filiados e filiadas, principalmente daqueles que não participam mais da vida partidária.

É preciso agora melhorar e tornar mais rápido o processo de filiação ao PT, sem abrir mão da formação política dos novos filiados e filiadas e criar as condições necessárias para ampliar a comunicação do Partido com a militância e para que as instâncias possam organizar atividades partidárias com cada vez mais frequência.

É importante lembrar que o PED serviu como elemento mobilizador da nossa militância em pelo menos dois momentos da nossa história recente.
Em 2005, quando a mídia e a oposição cantavam o fim do PT, mais de 315 mil filiados e filiadas votaram no PED e deram sua opinião sobre os rumos do PT, dando um importante fôlego ao partido. 

Depois das manifestações de junho de 2013, o PT estava novamente na defensiva e novamente o PED serviu para mobilizar nossa militância. Naquele ano, mais de 420 mil filiados e filiadas participaram do PED.

O debate que será feito no próximo Congresso não pode ficar limitado ao mecanismo pelo qual serão eleitas as nossas próximas direções.
Não podemos nos enganar. O que está em discussão novamente é o modelo de partido e representação que queremos.
O debate está aberto e precisamos discutir de forma franca e aberta para avançar, nunca retroceder.
Aqueles que defendem o fim do PED estão criando alguns mitos, como por exemplo:

- O PED é burocrático?Entendemos que a burocracia se destaca na ausência da política. É fato que o PT está com dificuldade na elaboração e na condução política, isto não tem nada a ver com o PED. Também é fato que enfrentamos um deslocamento do centro decisório e isso esvazia as instâncias partidárias.
Uma parcela considerável do partido entende que a recente Reforma Estatuária deve ser avaliada e melhor adequadas à nossa prática. Há ainda aqueles que definem como mero excesso de burocracia, quase tudo que o 4º Congresso aprovou. Entendemos que este debate não tem nada a ver com o PED. As cotas de etnia e juventude, a paridade de gênero, a formação para novos filiados e filiadas, a participação obrigatória em atividades partidárias e a contribuição financeira através do SACE devem ser defendidas e aplicadas aos Encontros, aos Congressos e a todas as instâncias de direção, eleitas ou não através do PED. Abrir mão do PED como forma de eleição da nossa direção não pode se transformar em pretexto para colocar novamente em discussão tudo que 4º Congresso aprovou. Em nossa opinião uma ampla reforma estatutária está completamente fora de contexto, neste momento.

- O PED é despolitizado porque a militância não se reúne?Contudo, é importante afirmar que o PED não excluiu a necessidade de fazermos Encontros. O estatuto inclusive obriga a realização de Encontros a cada dois anos, além da realização de debates e atividades partidárias no processo do PED.
A questão que precisamos enfrentar não é de forma, mas de conteúdo. Nós estamos presenciando hoje o esvaziamento político das nossas instâncias de deliberação. Nada indica que este tipo de vício possa ser superado simplesmente desistindo do PED como método de eleição.
Caso queiramos formação, debate, atividades partidárias e uma campanha que mobilize os filiados e filiadas, basta cumprir o nosso estatuto.

- Sem o PED teremos mais democracia interna?Pelo contrário, teremos um retrocesso. Vamos tirar dos filiados e filiadas o direito de escolher os dirigentes através do voto direito e secreto. Seria temeroso fazer isso sem antes realizar um amplo processo de consulta aos filiados e filiadas. Além disso, sem o PED, não temos dúvida, o número de filiados e filiadas que participarão dos nossos processos internos será cada vez mais reduzido. Ou seja, vamos caminhar na contramão de tudo aquilo que debatemos nestes 35 anos nos quais sempre defendemos a ampliação do número de filiados participando das decisões.

Se tem problema é possível ajustar o PED?Entendemos que o PED significa um avanço no processo de organização do PT, que deve ser ajustado para dinamizar e aumentar a participação da militância, sem corromper as deliberações do 4º Congresso Nacional.
O Congresso deve definir os ajustes necessários neste processo, não só no PED, mas na reformulação da organização partidária para combater o centralismo e o mandonismo, devolvendo as prerrogativas dos Diretórios e Executivas na condução da nossa ação política.

É preciso enfrentar o debate a respeito do financiamento do PT. A principal dificuldade enfrentada no PED 2013 foi a contribuição financeira obrigatória dos filiados e filiadas que não ocupam cargo eletivo ou comissionado.
A Contribuição financeira destes filiados é altamente desejável, mas deve ser voluntária, na forma de doação em campanhas que devem ser periodicamente organizadas pelas instâncias partidárias, e não como obrigatoriedade para votar no PED. E, tão importante quanto, é preciso rever a nossa organização setorial e o funcionamento dos nossos diretórios. Criar instrumentos para garantir a participação das minorias, garantir espaço para grupos de debates e elaboração. Criar instrumentos para a efetiva contribuição da sociedade e para a formação política permanente. Melhorar o processo de filiação. Ampliar o processo de formação. Dar mais capilaridade ao partido. Implantar macros e micros regiões em todos os estados e criar novos Diretórios Zonais em mais capitais.

Assinam o texto:

1. Francisco Rocha
2. Monica Valente
3. Florisvaldo Souza
4. Jorge Coelho
5. Anne Karolyne
6. Laisy Moriére
7. Vivian Farias
8. Jefferson Lima
9. Adamião Próspero
10. Alexandre da Conceição
11. Aline Maffioletti
12. Alzira Silva
13. Amanda Lemes
14. Amilcar Ximenes
15. Anderson Fazolin
16. André Alliana
17. Anselmo Silva
18. Antonia Passos Araujo
19. Antônio dos Santos
20. Arilson Chioratto
21. Carlos Alberto Visotto
22. Carlos Emar Mariuce Junior
23. Ceser Donizete
24. Cláudia Maria Gomes de Souza
25. Claudinei de Lima
26. Enio Jose Verri
27. Fátima Cleide
28. Francisco Carlos Moreno
29. Francisco De Assis Diniz Diniz
30. Gilberto dos Santos
31. Ivan Kuchpil
32. Jackson Macedo
33. João Batista
34. Joaquim Cartaxo
35. Jonathan Monteiro Bernardo
36. José de Paula Santos
37. Kelly Cristina Costa
38. Luciana Rafagnin
39. Manoel Severino
40. Mara de Costa
41. Maria de Jesus dos Santos Lima
42. Maria Joana da Silva
43. Neusa Barbi
44. Paula Beiro
45. Pedro Martinez
46. Regina Cruz
47. Roberto Francisco da Silva
48. Tarciso Vargas
49. Usiel Rios
50. Vanda de Pillar Bandeira
51. Zeca Dirceu
52. Zuleide Maccari
53. Ângela Cristina
54. Benedita da Silva
55. Cássia Gonçalves de Jesus
56. Denise Motta Dau
57. Doralice Nascimento de Souza
58. Fernando Neto
59. Isabel Bampi de Souza
60. Ivanilde Pereira
61. Jaezer Dantas
62. Jussara Lins e Silva
63. Marcelo Sereno
64. Maria Adriana Gonçalves dos Santos
65. Monica Martins Freitas
66. Paula Goiana
67. Ceça Marinho
68. Igor Prazeres
69. Márcio Pedro
70. Priscila Marinho
71. Manoel Carlos
72. Edson Axé  
73. Priscila Galvão
74. Titonho Beserra
75. Neyde Aparecida da Silva
76. Raimunda Nonata da Silva Correa
77. MARIA ADRIANA GONÇALVES DOS SANTOS
78. Cássia Gonçalves de Jesus
79. Andrea Sereno
80. Lili Ho
81. Manuel Muniz Barreto Neto
82. Jackeline Rocha 
83. Jakson Andrade 
84. Edson Wilson 
85. José Carlos Nunes 
86. Rodrigo Rocha 
87. Clemilde Cortes 
88. Paulo Cesar Borba Peres 
89. Aécio Leite 
90. Fernanda Maria Souza 
91. Ricardo Lima
92. Angela Maria
93. Ronaldo Simonetti 
94. Penha Barreto 
95. Juliander  Alves  Ferreira
96. Ricardo Lima

Uma onda de retrocesso varre o país e ameaça acabar com os avanços sociais

Nos últimos doze anos tivemos o privilégio de assistir a conquista de vários avanços econômicos e sociais para a grande maioria da população brasileira. Conquistas essas que vão da ampliação dos direitos sociais, passando pela erradicação da miséria e no pleno acesso ao bem estar individual e coletivo.

Nós nunca fomos ingênuos a ponto de imaginar que a direita e os conservadores, que sempre dominaram a política em nosso país, ficariam quietos diante da transformação pela qual passa o Brasil. Por isso, neste momento, é bastante clara a ação destrutiva destes setores que resulta numa onda de retrocesso que ameaça liquidar de vez com tais conquistas e avanços para o povo brasileiro.

Esta onda de retrocesso se dá através da atuação parcial de parte da grande mídia - totalmente contrária ao nosso projeto político nacional - aliada a um Congresso de perfil conservador e chantagista, além das manifestações reacionárias que beiram ao ódio de uma parcela da sociedade que não engole as políticas sociais implementadas pelos governos petistas.

A aprovação do projeto de Terceirização na Câmara, a questão da redução da maioridade penal, a abertura para compra e uso de armamentos, além de representantes da ala mais conservadora e da direita à frente de comissões parlamentares que defendem os direitos humanos e sociais, como é o caso da chamada bancada BBB (Boi, Bala e Bíblia) são alguns exemplos dessa onda de retrocesso.

Diante disso, é preciso alertar a sociedade civil, os partidos de esquerda e os movimentos sociais para que se mobilizem a fim de barrar definitivamente a ação maléfica da direita, dos políticos conservadores e da mídia venal.

As elites que não aceitam a inclusão social promovida pelos nossos governos deveriam ajudar a pagar o preço da crise econômica, já que acumularam grandes fortunas às custas da mão de obra da classe trabalhadora. A Constituição Brasileira garante que sejam taxadas as grandes fortunas dos ricaços no Brasil. A revista Forbes já listou os 20 maiores bilionários brasileiros, gente que tem mais de um bilhão de dólares. Só a título de exemplo, uma taxação de 0,5% renderia mais de dez milhões de reais de cada um aos cofres públicos. E também deveria ser cobrado um imposto de renda maior de quem acumula grandes fortunas. Isto é importante até mesmo para contrapor ao ajuste fiscal proposto pelo governo federal.

Além disso, reafirmamos a necessidade de se abrir uma discussão aprofundada sobre as grandes heranças no Brasil. As famílias patriarcais não tinham e jamais terão condições de, com base na produção e na renda, acumular grandes fortunas como várias delas fizeram no Brasil.  

Este documento representa a posição pessoal do signatário.

terça-feira, 12 de maio de 2015

sexta-feira, 8 de maio de 2015

MP CONFIRMA QUE YOUSSEF MENTIU EM PRIMEIRA DELAÇÃO

Rochinha: MPF confirmou hoje, uma IMPRESSÃO que eu tinha divulgado a uma semana atrás, de que delatores da lava-jato mentiram perante a justiça. (apenas impressão



Procurador da República Vladimir Aras confirma que o principal delator da operação Lava Jato, do juiz Sérgio Moro, Alberto Youssef, mentiu em acordo anterior de colaboração: "Trabalhei na primeira delação dele e percebe-se que, de fato, ele mentiu”; em parecer, o jurista Gilson Dipp considerou as novas acusações do doleiro "imprestáveis" porque ele quebrou a confiança da Justiça 
8 DE MAIO DE 2015 ÀS 06:13
247 – O procurador da República Vladimir Aras confirmou em seminário nesta quinta em São Paulo que Alberto Youssef mentiu na primeira delação premiada que fez.
Segundo a colunista Vera Magalhães, Aras, que atuou na apuração do Banestado, declarou: "Trabalhei na primeira delação dele e percebe-se que, de fato, ele mentiu".
No mesmo evento, o juiz Fausto de Sanctis, que comandou a Operação Satiagraha, também fez ressalvas à delação: "o que o delator fala tem de ser confirmado por outras provas".
Em parecer, o jurista Gilson Dipp considerou as novas acusações do doleiro "imprestáveis" porque ele quebrou a confiança da Justiça.
Segundo ele, o acordo atual não considera que ele descumpriu um pacto anterior, de 2003, e não tem credibilidade, já que ele omitiu o nome de seu principal cliente: o deputado federal José Janene (PP-PR), réu do chamado mensalão, morto em 2010 por problemas cardíacos. Janene teria sido a ponte do doleiro para ‘entrar’ na Petrobras.
‘Provas coletadas a partir do acordo são "imprestáveis"’, diz Dipp. "Uma vez quebrada a confiança, não há mecanismo jurídico ou processual capaz de restabelecê-la", menciona em trecho do parecer (leia mais). FONTE

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Nota do Instituto Lula sobre matéria da revista EPOCA neste final de semana

Resposta do Instituto Lula à revista Época

01/05/2015 18:07 | Admin

A revista Época, por meio da pessoa do jornalista Thiago Bronzatto, procurou na quinta-feira o Instituto Lula, pedindo com um prazo de três horas, a resposta de uma série de perguntas encaminhadas por e-mail. A revista nada perguntou ou informou sobre a iniciativa do Ministério Público.  As questões foram respondidas no texto abaixo na própria quinta-feira. A revista não liberou a segunda parte da matéria na internet, justamente a parte onde estão as respostas do Instituto Lula e dos demais citados. Dessa forma, muitos  jornalistas e leitores não tiveram acesso às respostas dadas às ilações incorretas da revista.
Segue abaixo a íntegra da resposta do presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, enviadas nesta quinta-feira, às 15h03, para o jornalista Thiago Bronzatto.
Assessoria de Imprensa do Instituto Lula
Caro Thiago Bronzatto,
É um pena que você entrou em contato comigo na quinta-feira, 30 de abril, 11:23, por telefone, com apenas três horas para a resposta antes do fechamento da matéria. Eu teria o maior prazer em encontrar com você e responder pessoalmente as suas perguntas e explicar melhor o trabalho do Instituto Lula, o que certamente evitaria qualquer erro de informação transmitido aos seus leitores.
Na esfera internacional, o Instituto Lula tem como principais objetivos cooperar para o desenvolvimento da África e apoiar a integração latino-americana. Nos últimos quatro anos, realizamos diversas atividades nesse sentido, com diferentes parceiros do Brasil e do exterior.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebe com frequência dezenas de convites para explicar o êxito econômico e social do seu governo e opinar sobre temas regionais e globais. Esses convites partem tanto de entidades populares, empresariais, sindicais, movimentos sociais, universidades e centros de pesquisa, quanto de governos, organismos multilaterais e órgãos de imprensa. Em todas as agendas do ex-presidente predomina o empenho em consolidar a imagem e os interesses da nação brasileira. A diversidade e quantidade de eventos institucionais realizados estão à disposição em nosso site.
No caso de atividades profissionais, palestras promovidas por empresas nacionais ou estrangeiras, o ex-presidente é remunerado, como outros ex-presidentes que fazem palestras. O ex-presidente já fez palestras para empresas nacionais e estrangeiras dos mais diversos setores - tecnologia, financeiro, autopeças, consumo, comunicações - e de diversos países como Estados Unidos, México, Suécia, Coreia do Sul, Argentina, Espanha e Itália, entre outros. Como é de praxe as entidades promotoras se responsabilizam pelos custos de deslocamento e hospedagem.  O ex-presidente faz apenas palestras, e não presta serviço de consultoria ou de qualquer outro tipo.
Todas as viagens do ex-presidente foram divulgadas para a imprensa, mesmo sem ele ter nenhuma obrigação de fazê-lo, por não ocupar nenhum cargo público desde janeiro de 2011. Não houve nenhuma viagem sigilosa. A viagem que você citou foi divulgada por release para a imprensa no dia 25 de janeiro de 2013 http://www.institutolula.org/lula-viaja-para-cuba-republica-dominicana-e-estados-unidos.
Em suas viagens, o ex-presidente participa como convidado de grandes eventos públicos e realiza encontros com lideranças de diversos setores. Inúmeras vezes foi recebido pelos chefes de Estado ou de Governo. Da mesma forma, chefes de Estado e de Governo em visita ao Brasil muitas vezes solicitam encontros com o ex-presidente. Foi o caso por ocasião da visita do presidente de Gana, que lhe solicitou agenda quando veio ao Brasil lançar seu livro. Essas informações também estão disponíveis no nosso site: http://www.institutolula.org/presidente-de-gana-e-lula-conversam-sobre-copa-do-mundo-e-cooperacao-na-producao-de-alimentos
Paulo Okamotto
Presidente do Instituto Lula
São Paulo, 30 de abril de 2015