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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Reta final da campanha 2014


Faltando menos de vinte dias para o final da campanha eleitoral de primeiro turno, partidos, alianças e coligações redobram os seus esforços na pista de corrida para a chegada ao pódio.

As intenções de voto das pesquisas eleitorais divulgadas até agora mostram com clareza a força dos principais partidos da base de sustentação do Governo Dilma.

Se prevalecer o que indicam as pesquisas e os nossos acompanhamentos, pela campanha desenvolvida até agora em todos os estados, o PT e a base aliada chegarão ao final do primeiro turno em condições iguais ou melhores do que na disputa de 2010.

As mobilizações ocorridas neste sábado, 13 de setembro, nos 26 estados, mais o Distrito Federal, deram uma demonstração clara de que a militância petista definitivamente ocupa os espaços públicos e as ruas que sempre foram nossas.

Tudo indica que os partidos de oposição, especialmente o PSDB, sairão menores do que entraram na disputa eleitoral. Lógico que em eleição só se tem a devida segurança depois de contados os votos. E pela performance apresentada até agora, seja pelas pesquisas ou por informações das campanhas desenvolvidas nos estados, tudo indica que o principal partido opositor, com o qual nós disputamos as últimas quatro eleições, perderá espaço para outras forças políticas.

Apesar da performance eleitoral da candidata do PSB/Rede, Marina Silva, as evidências apontam que ela vai ter uma votação de viés mais pessoal e deverá ocorrer com o PSB mais ou menos o que ocorreu com o PV em 2010, quando a ambientalista deixou o partido depois da disputa presidencial do mesmo tamanho que  encontrou.

Em relação à candidata do PSB que substituiu Eduardo Campos, é bom lembrar que faz mais de um mês da tragédia ocorrida com o avião na cidade de Santos/SP e até hoje nada foi absolutamente esclarecido, nem sobre a compra do avião que custou 19, 5 milhões de reais, nem sobre a seguradora e o dono do avião.

Enquanto isso, as famílias que foram prejudicadas pelos danos provocados em suas residências até hoje esperam por uma resposta a respeito das indenizações a que tem direito.
Daqui até o dia 5 de outubro teremos uma dura batalha em busca dos votos dos eleitores.

Fatos como a questão da Petrobras, utilizados pela oposição como palanque eleitoral, até o momento não surtiram efeito e o tiro saiu pela culatra, pois os principais envolvidos em malfeitos na empresa não tem absolutamente nada a ver com o PT e nem com a nossa candidata. O delator é um funcionário de carreira com 26 anos de empresa que foi nomeado sob a condição de que todas as indicações dos partidos da base aliados para cargos na estatal cumprissem o critério de pertencerem ao seu quadro profissional. E as informações sobre o delator é de que ele tinha relação com quase todos os políticos, independentemente de ser da situação ou da oposição.

Para nós cabe à Justiça apurar e punir toda e qualquer malfeitoria que porventura venha a ocorrer em órgãos governamentais. Diga-se de passagem que a grande diferença entre os nossos governos e o governo tucano é que todos os órgãos de investigação são totalmente livres e independentes para desenvolver as suas funções. No passado, várias denúncias de malfeitorias ficavam engavetadas nos órgãos de investigação.
Para reforçar esse ponto de vista basta verificar o que se passa em São Paulo em relação às denúncias de malfeitos praticados especialmente na área de trens e metrôs.

Conclamo a militância petista que continue no mesmo patamar da mobilização ocorrida neste sábado, 13 de setembro, pois se assim for teremos bons resultados eleitorais nesta reta final.


Até a vitória!

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