Botao share

sexta-feira, 30 de maio de 2014

A COPA 2014, A SAÍDA DE JB DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL E O PAPEL DA VELHA MÍDIA.

As declarações do ex-jogador Ronaldo e a saída de Joaquim Barbosa do Supremo Tribunal Federal nesta ultima semana antes anunciada, mais noticiada com estardalhaço dando uma conotação de surpresa por setores da imprensa burguesa, contribuiriam para mais uma vez, transformar várias versões em fatos.
 
No que se refere à política econômica, os dados apresentados nos últimos dias do mês de maio, vão dando uma clara demonstração de que uma das principais bandeiras que analistas econômicos tinham em mãos  para criticar o governo e servir de muletas para ajudar a oposição, vai caindo por terra, que é o tema da inflação. Tentaram imediatamente erguer uma nova bandeira para substituir a versão anterior sobre a inflação, cujo tema se chama baixo crescimento. O IBGE traz os índices e mostra que a inflação está sobre controle, o Banco Central não aumenta as taxas de juros e o trimestre traz o crescimento de 0,2%, modesto, mas ultrapassou ao crescimento de vários países da Europa, inclusive dos EUA, e na América Latina só perdeu para o Chile e o México. Outra bandeira derrotada.
 
Para procurar chifre em cabeça de cavalo, a Folha de São Paulo corre desesperadamente para sabatinar o ex-jogador Ronaldo com seu desabafo, em relação a organização da Copa do Mundo no Brasil. O desejo da Folha de São Paulo era outro, esperavam que o jogador descesse o sarrafo no governo Dilma Rousseff.
 
O ex-jogador Ronaldo deixou claro que no desabafo não estava fulanizando ninguém, inclusive a Presidenta Dilma, mas criticando todos os que são responsáveis por não ter feito o que deveria fazer para o povo, ou seja, os benefícios que ficariam como legado para a população, tais como a mobilidade urbana, infraestrutura em portos, aeroportos e outros. Falou o óbvio por que com isso todos nós concordamos, e a Folha ficou com cara de tacho.
 
Uma mídia disfarçada usa e abusa da sua concessão publica, torcendo para a Copa não dar certo e manchar a imagem do Brasil no exterior. Acreditam que com isso estariam ajudando a oposição a ganhar as eleições com a derrota da seleção brasileira, tendo como foco, prejudicar e derrotar o governo.
 
A saída anunciada, cantada em prosa e verso pelo próprio JB do STF há meses atrás para a imprensa, e a tentativa de transformar o assunto num fato surpresa com estardalhaço, procurando bodes expiatórios sobre uma decisão que é pessoal e unilateral do ministro. Mais uma vez, um dos alvos são os militantes petistas. Imaginava que a velha mídia fosse capaz de tudo mas não sabia que ela chegasse ao sem-limites para se transformar num órgão de espionagem e dedo-durismo.
 
De nossa parte do PT, depois de todos os desmandos e violações cometidos no decorrer do processo da Ação Penal 470, tanto faz JB ficar eternamente como sair do STF agora. Não entramos em discussões de caráter individual ou pessoal, as discussões sobre este assunto no PT, foram feitas no campo político e sempre com o devido respeito aos limites das questões individuais. Foram discussões que passaram pela análise do coletivo da Corte. Lógico que para nós do PT e várias personalidades jurídicas - achamos que o presidente do STF em vários momentos agiu de forma rancorosa, com ódio e capricho pessoal - inclusive manifestaram-se a Associação dos Magistrados Brasileiros, a Associação dos Juízes Federais do Brasil, Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho, entre outros.
 
E quando a mídia diz que JB sai em função de ameaças petistas, esclareço que nenhum militante é autorizado a manifestar-se em nome do Partido. A história e o tempo é o senhor da razão, a nossa consciência está tranquila. Continuaremos sendo o que sempre fomos e iremos continuar na mesma trilha para o que viemos.

Repito; este assunto para nós do PT é uma página virada. É lógico que o mesmo não acontecerá com a mídia, por que à ela interessa insistir nesse tema infinitamente para tentar macular a imagem do PT. VÃO PERDER TEMPO, por que nós a derrotamos sobre este e outros temas nas campanhas eleitorais de 2006, 2008, 2010 e a derrotaremos novamente neste ano.
 
 
QUE VIVA A DEMOCRACIA!!!
 

Análise da pesquisa IBOPE por José Roberto de Toledo: Leiam.


"Pior é melhor para Aécio"


José Roberto de Toledo - O Estado de S.Paulo
Pensando nas últimas semanas, qual a história da eleição? Dilma Rousseff (PT) parou de cair e parece ter encontrado seu chão em 40%. Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB) cresceram, para 20% e 11%, após aparecerem na TV. Converteram eleitores que antes prometiam votar nulo, em branco ou estavam indecisos. O que o passado conta serve para o futuro? É possível projetá-lo?
Sim, desde que se aceite que as condições à frente serão as mesmas de trás. Mudanças na conjuntura econômica, sucesso ou fracasso estrondosos da Copa invalidarão as projeções com base no passado. Ainda assim, o exercício é útil para entender a tática dos candidatos diante das tendências do jogo até agora.
A Dilma de 2014 não é a mesma desconhecida de 2010. Antes, bastava Lula martelar seu nome. Quanto mais ele repetia, mais ela crescia. Quatro anos e um governo depois, Dilma é conhecida por 90% dos eleitores - e quase metade de quem a conhece diz que não votaria nela. Na balada atual, quanto mais ela aparece sem Lula, pior é. O ex-presidente ainda é seu maior eleitor.
O teto de crescimento de Dilma cai desde o fim do ano passado. Em setembro, segundo o Ibope, a presidente batia a cabeça nos 56% (33% diziam que votariam nela com certeza, e outros 23%, que poderiam votar). O teto baixou para 51% em abril e chegou a 47% em maio. Ao mesmo tempo, quem diz que não votaria nela de jeito nenhum foi de 34% para 43% do eleitorado.
O achatamento entre o piso e o teto eleitorais de Dilma reflete a polarização das avaliações sobre o governo. Mais brasileiros acham sua gestão ótima/boa ou ruim/péssima. Os que diziam "regular" estão murchando. Ficar em cima do muro não é mais tão confortável. A pressão social dos seus pares e a propaganda estão forçando o eleitor a descer para um lado ou outro.
Em maio, a taxa de ruim/péssimo do governo bateu recorde desde que Dilma é presidente. Chegou a 33%. Desse cardume, o governante nunca pesca mais do que 5% de eleitores. Estão num barril onde os anzóis da oposição fisgam muito mais votos. E quem tem tido mais sorte na pescaria, Aécio ou Campos?
Quanto pior, melhor para o tucano. No Ibope, entre abril e maio, Aécio cresceu de 21% para 35% no terço do eleitorado que desaprova o governo Dilma. Agregou 14 pontos. Ao mesmo tempo e no mesmo barril, Campos pegou mais 7 pontos e chegou a 15%. Como ainda há, nesse segmento, 10% de indecisos e 28% que declaram voto branco/nulo, é o tucano quem mais pode encher seu bornal.
Dos 20 pontos de Aécio, 12 vêm de quem acha o governo ruim ou péssimo - o dobro de pontos que o tucano conseguia até abril nesse segmento. Isso significa que quanto mais gente avalia pior o governo, mais eleitores Aécio ganha em proporção a Campos - e, por tabela, maiores suas chances de ir ao segundo turno.
A pescaria já estaria perdida para o ex-governador de Pernambuco, não fossem os 30% que seguem no meio do caminho entre a simpatia e a ostensiva rejeição ao governo Dilma. Desde abril, Campos dobrou de 7% para 14% entre quem acha o governo regular, enquanto Aécio ficou em torno de 20%. Campos mostrou potencial para crescer nesse eleitorado. Já o tucano parece ter batido no teto ali. Mas há dois problemas para o pernambucano.
À medida que o barril do "regular" esvazia, há proporcionalmente menos eleitores para Campos fisgar. E a concorrência com Dilma entre esses eleitores é mais dura: a presidente tem o voto de um terço dos que acham seu governo mais ou menos.
O passado aponta um futuro em que Dilma e Aécio forçarão a radicalização do eleitorado, apostando num duelo de um contra o outro. Para seguir no jogo, Campos fará o discurso oposto, nem tanto ao mar nem tanto à terra - e tentará provar que tem mais chance do que Aécio de vencer Dilma no segundo turno. Fonte

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Para não dizer que não falei das flores

Janio de Freitas

Muito à vontade.


A definição de Eduardo Campos contra qualquer mudança na Lei da Anistia, para
possível punição legal de criminosos da repressão, divide-se em duas partes bem
distintas. Na primeira, o pré-candidato à Presidência adota o chavão dos militares
acusados de tortura, assassinatos e desaparecimentos: "Acho que a Lei da Anistia
foi para todos os lados. O importante agora não é ter uma visão de revanche". Na
segunda, Eduardo Campos reforça, por um dado pessoal, a sua identificação com
aqueles militares: "Falo isso muito à vontade porque a minha família foi vítima do
arbítrio".
Uma das maiores vítimas imediatas do golpe em 1964 foi Miguel Arraes, então
governador de Pernambuco. Retirado do palácio sob a mira de armas, Arraes foi
preso e, depois dos maus-tratos esperáveis, deportado para a ilha de Fernando
Noronha como prisioneiro sem condenação e sem prazo. Quando, afinal, pôde
voltar ao continente e à vida civil, a iminência de nova prisão levou-o a asilar-se e
daí ao exílio.
Eduardo Campos é neto de Miguel Arraes. Por isso diz estar "muito à vontade"
quando subscreve o pretexto da "anistia para os dois lados". Nas duas condições,
está, portanto, desafiado a indicar os crimes de que seu avô foi anistiado. Os crimes
cuja anistia justifica, no que lhe cabe, a anistia do lado dos que o prenderam depois
de o derrubarem do governo conquistado pelo voto e exercido com o que sempre
se achou ser impecável dignidade.
No exterior, residente na Argélia e depois na França, Arraes integrou a oposição
ativa à ditadura brasileira. É possível que, do ponto de vista de Eduardo Campos,
oposição ao regime dos generais ditadores fosse prática criminosa, como os
próprios consideraram. A identificação de Eduardo Campos com o pretexto usado
pelos militares reforça tal hipótese. A ser assim, porém, sua pretensão a concorrer
à Presidência de um regime democrático não poderia ser vista senão como farsa.
Farsa perigosa, como sugerem as identificações que exibe.
Não menos sugestivo é que esse mesmo Eduardo Campos integra, com os seus
conceitos, o Partido Socialista Brasileiro. Vê-se que aprecia essa coisa de "para
todos os lados". Mas, se não tem fatos a narrar que justifiquem a anista de Arraes
como compensação para a anistia do "outro lado", então Eduardo Campos está
manchando a história de um homem honrado. Da qual e do qual até agora só tirou
foi e não seria o que é.proveito: sem ambas, não se sabe o que seria, mas por certo não teria sido o que já 

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Nota de repúdio e de esclarecimento sobre a paralisação dos ônibus







Bancada de Vereadores




A Liderança da Bancada do Partido dos Trabalhadores na Câmara Municipal e a Presidência do Diretório Municipal do PT vêm a público para repudiar os recentes acontecimentos relacionados ao transporte público da cidade de São Paulo e que tantos transtornos causaram à população.

O PT, com seu histórico de lutas, sempre defendeu o direito dos trabalhadores de se manifestar e utilizar-se de greves em busca de melhores condições de trabalho e remuneração, desde que de forma legítima e amparado pela representação da categoria com seu sindicato.

No entanto, o que assistimos nos últimos dias foi um movimento ilegal, à margem do diálogo do sindicato da categoria e sem lideranças definidas com as quais fosse possível negociar. É inadmissível que uma disputa sindical se utilize de expedientes tão condenáveis como a sabotagem, a violência, a intimidação e a desordem para instalar o caos nas ruas da cidade. Um movimento como esse atenta, inclusive, contra os princípios da democracia.

Foi um movimento que, em revelia das negociações e da decisão da assembleia dos trabalhadores, provocou prejuízos a uma parte significativa da população do maior centro urbano do País: trabalhadores, estudantes, pais e mães de família foram surpreendidos pela paralisação dos ônibus e se depararam com grandes dificuldades para se locomover pela cidade.

O PT não aceita a ideia de que a Prefeitura de São Paulo seja responsabilizada pelo caos criado por um grupo de motoristas e cobradores e entende que é preciso que se retome o diálogo por meio do sindicato da categoria. Mesmo que legítimas, tais reivindicações devem ser tratadas no âmbito das empresas e seus trabalhadores.


Alfredo Alves Cavalcante – Alfredinho
Líder da Bancada do PT na Câmara Municipal

Paulo Fiorilo
Presidente do Diretório Municipal do PT - São Paulo​

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Caros Seguidores Internautas.


Estou disponibilizando na rede dois links, um link da propaganda oficial do Diretório Nacional do PT e outro link de uma SABOTAGEM montada por aqueles que não tem a coragem de mostrar a cara e se identificar.

O partido já tomou as providencias e a policia federal, vai identificar quem foi o autor ou os autores. O que não é nada difícil.

#revoltado

Link verdadeiro - https://www.youtube.com/watch?v=d8663WXEU1c

Link caluniador - https://www.youtube.com/watch?v=7p8QzLdMCnI

terça-feira, 20 de maio de 2014

APARECEU A REGINA DUARTE DE 2014.

ESTAMOS VACINADOS



Em entrevista ao programa da TV Cultura "Roda Viva", nesta segunda-feira (19), a atriz Irene Ravache falou sobre suas afinidades e desavenças políticas. Ela afirmou que votou em José Serra em 2003 – ano em que Luiz Inácio Lula da Silva conquistou a presidência do país pela primeira vez --, criticou o governo da presidente Dilma Rousseff e disse que se sentiu traída pelo PT (Partido dos Trabalhadores).

"Quando surgiu o PT, eu achei que o gigante finalmente ia acordar. Um partido novo, que é um sucesso na oposição, um partido que diz o que eu tenho vontade de dizer. Votei a primeira vez no Lula para presidente quando concorreu com o Collor. Quando ele ganhou a presidência, eu não votei e votei no José Serra. Mesmo assim, fiquei feliz como se vê um sucesso de um amigo. Não fui para a Avenida Paulista comemorar, mas achava que estávamos bem na foto", explicou ela, que começou a seguir o partido em 1980.

Atualmente, Irene é contra as ações realizadas pelo partido e diz "ter se sentido mal com as irregularidades cometidas pelos políticos do PT".  "Evidentemente que quando namorei, devo ter sido traída. Mas tive a sorte de que meus namorados foram inteligentes e elegantes porque eu não descobri nenhuma delas. Eu nunca tinha passado por uma traição e o PT me traiu. Me senti traída, mas isso foi desde muito cedo com Valdomiro, Celso Daniel. Eu queria uma explicação. Sabe que uma mulher que recebe uma explicação até aceita de volta. Eu me senti traída como geração, cidadã. Fiquei no chão. Fiquei mal", assumiu ela, que acusou Lula e Dilma de não serem presidentes "estadistas".

De acordo com Irene, a esperança que ela tem de um presidente é que ele vire um estadista e o compara a um ator. "Um presidente deve obviamente fazer suas alianças. Mas não percebe que sairia mais fortalecido se ouvisse aquele país que está governando? Tem um país que espera que esse estadista brigue com os coronéis. O Brasil está esperando isso", argumentou a atriz, que disse não ter festejado a eleição de Dilma.

Descriminalização das drogas
Mãe de Hiram Ravache, ex-usuário de drogas, Irene se disse contra a descriminalização. Para ela, se o uso for liberado não acabará com a figura dos traficantes. A atriz comparou ainda com cidades como Londres, Berlim, Nova York, Amsterdã. "Quando você chega no aeroporto desses locais e quer comprar droga, você consegue. Mas lá não estão assassinando pais de família e não existe um estado paralelo", disse ela.

A atriz elegeu ainda o Estado como o culpado por toda a miséria e violência em decorrência do uso e do tráfico de drogas. "Não vejo com bons olhos a descrimialização das drogas, ainda mais como as coisas são tratadas levianas como aqui. Para você descriminalizar, você tem que ter uma política muito forte, uma política social", opinou ela, que nomeia ainda a Cracolândia --  local onde usuários de crack ficam nas ruas de São Paulo -- como Zumbilândia.

"O que faz um usuário do crack? Ele é um perigo para ele e para você. Dá bobeira ali que ele vai te assaltar porque ele é um doente. Portanto, ele precisa ser tirado de cena. Não temos leitos e não sabemos cuidar de um usuário de drogas. Como você prevê uma ação voluntária de quem não sabe o que está fazendo, ele é doente. Não é são. Não tem capacidade de escolher. Ele vai morrer e vai matar", finalizou ela.

Irene Ravache está em cartaz, ao lado de Dan Stulbach, com o espetáculo "Meu Deus", no Teatro FAAP, em São Paulo.

O programa, apresentado por Augusto Nunes, contou com uma bancada de entrevistadores formada por Maria Adelaide Amaral (dramaturga, escritora e jornalista), Thais Bilenky (editora da Página Três do jornal Folha de S. Paulo), Maria Eugênia de Menezes (jornalista e crítica de teatro do Caderno 2 do jornal O Estado de S. Paulo), Dolores Orosco (editora de capa e comportamento da revista Marie Claire) e Lígia Cortez (atriz, diretora teatral e diretora da Escola Superior de Artes Célia Helena).

Para o seu conhecimento, analise e divulgação informo as 12 principais obras estruturantes do PAC2 em andamento no Brasil:


3 Usinas hidrelétricas- Jirau/ Santo Antônio/ Belo Monte
Angra 3
Refinaria Abreu e Lima
Comperj
Transposição do São Francisco
Ferrovia Transnordestina
Interligação Madeira-Porto Velho- Araraquara
Duplicação da BR101(Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte)...
Pavimentação da BR-163(Santarém- Guarantã do Norte)
Ferrovia Norte-Sul

#VamosComEla

sexta-feira, 16 de maio de 2014

A Copa vem, a copa vai e os movimentos sociais permanecem.


Faltando poucos dias para o início da Copa do Mundo no Brasil, multiplicam-se as opiniões a favor e contra a Copa. Aguçam-se os interesses de caráter reivindicatórios de várias categorias, aproveitando legitimamente a realização deste grande evento. Ao largo disso, surge também o oportunismo daqueles que querem se aproveitar da ação dos movimentos de massa para praticar atos de vandalismo e violência. Os movimentos reivindicatórios no meio operário e social surgiram muito antes da Copa do Mundo. O Brasil que é visto como um país da paixão pelo futebol, com certeza irá realizar um dos maiores eventos da historia do mundo e os corações e mentes dos brasileiros com certeza baterão mais fortes.

 

Numa democracia devemos apoiar a legitimidade das reivindicações dos diversos setores da sociedade, uma vez que só no Estado Democrático, esse direito é garantido pelo próprio Estado à sociedade.

 

Sabemos que o momento requer negociação por parte do Estado, das forças que garantam o poder de Estado, procurando separar o joio do trigo.

 

As manifestações de ontem, realizadas em varias cidades pelo Brasil afora, com raras exceções, deu espaço para aqueles que tentam pela força e pela violência, destruir o grande legado construído a duras penas no Brasil que é a democracia, a liberdade e o Estado de Direito.

 

Devemos como cidadãos ficar atentos aos acontecimentos que por ventura virão até o final dos jogos da Copa do Mundo. Neste momento, o mundo inteiro coloca seus olhares ao que virá acontecer no país durante os festejos do mundial.

 

Uma coisa é o direito que cada um tem de criticar gastos na construção das arenas, outra coisa é ter uma posição antipatriota de torcer pelo pior e, como brasileiros, falarem mal de seu próprio país.

 

Acompanhando de perto os acontecimentos percebemos que existe um plano arquitetado e que em alguns momentos parece perpassar os interesses maiores do Brasil e ter conotação de interferência e interesses estrangeiros visando o futuro do país.

 

Os movimentos ocorridos pelas centrais sindicais, sindicatos de categorias e de organização social, tem pauta e tem rumo. Enquanto isso, alguns maus brasileiros se infiltram sorrateiramente nos movimentos de massa para descaracterizar os objetivos dos próprios movimentos. Como sempre, setores dos meios de comunicação disfarçadamente insuflam as massas para que as manifestações que começam de maneira pacifica, terminem em verdadeiros tumultos. Poucos, mas mal intencionados com a ajuda de setores da mídia, passam para o resto do mundo a ideia de um Brasil a beira de uma guerra civil.

 

Lamentavelmente esta é a verdade nua e crua!

 

No fundo, a intenção é enfraquecer e desmoralizar um governo eleito democraticamente pelo voto direto do brasileiro.

 

Que venha a Copa, que continuem as Copas e que permaneçam os movimentos democráticos e de massas.

 

No futuro, em momento oportuno, faremos nossas avaliações talvez com mais sensatez e veremos que a Copa se foi, mas ficou um legado permanente que vai engrandecer o Brasil e beneficiar o povo brasileiro.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Eleições 2014: Oposição sem proposta, sem rumo e sem militância. A mídia cumpre o papel dos partidos políticos.


A divulgação da pesquisa Datafolha, faltando ainda cinco meses para a realização das eleições, a grande mídia e os comentaristas já dá a versão de que chegou o momento das oposições ganharem a eleição.

Na nossa opinião, apesar de puxarem a “sardinha” para a candidatura tucana, quem quer mesmo vencer as eleições é o sistema Globo e seus apêndices. Há dois anos estamos sistematicamente no fogo cruzado entre as mentiras e as invencionices das mais medíocres dos meios de comunicação, especialmente rede Globo: Jornal Nacional, Fantástico, Globo News, CBN e todo sistema de comunicação da Bandeirante. É bom lembrar que são veículos de comunicação, autorizado o seu funcionamento ao sistema público.

O PT, a presidenta Dilma e seu governo tem sido posto de forma leviana e irresponsável a execração pública. Ainda bem que uma grande parcela do povo brasileiro consegue distinguir a verdade da mentira. Caso não fosse assim, especialmente nos últimos dois meses, o assunto Petrobras, as mentiras sobre os índices de inflação e a insuflação sobre a violência, não só em relação à Copa do Mundo mais as reinvidicações e o direito dos movimentos sociais da forma como são passada as notícias para o público, o PT e o governo teriam virado pó. É possível que o feitiço vire contra o feiticeiro. Enquanto os antipatriotas tentam induzir a população de que a Petrobras está falida, suas ações sobem e seus ativos se valorizam. É bom lembrar para essas aves de rapina de que a empresa é um patrimônio histórico do povo brasileiro.

Do ponto de vista da violência, seria correto para o bem de todos (as) que a mídia contribuísse para que independentemente de posições partidárias e ideológicas ao invés da mídia insuflarem violência, protesto e linchamentos, deveria contribuir para encontrarmos um caminho de convivência fraterna e paz entre os brasileiros. Pelo contrario, ela trabalha diuturnamente para aumentar a violência no país. Em relação a vários índices que ajudam a formar a base da pirâmide para ajudar a melhorar as condições da grande maioria dos brasileiros, ela (mídia) aposta no descontrole total dos índices que contribui para formar essa base de riqueza, para gerar empregos, distribuição de renda, ajudarem na saúde, na educação, na moradia e em outros segmentos que são importantes para assegurar o bem estar do povo.

Um país onde as elites ficaram no poder por meio século não tem moral política e nem ética para cobrar do governo do PT mais do que nós fizemos nestes 12 anos. É bem verdade que cometemos erros, mas tivemos muitos acertos, exemplos: Elevar mais de 40 milhões de brasileiros, que estavam submetidos a uma absoluta condição de miséria, a uma posição de cidadãos. Do ponto de vista da educação falta muito a fazer, mas a elite no poder nunca deu chances de um filho de um operário, pedreiro ou empregada doméstica ter acesso a uma universidade. O crescimento significativo da renda das famílias que a centenas de anos sobreviveram mergulhados na mais absoluta pobreza é mais uma prova de que se erramos, também acertamos muito mais nas políticas sociais, como exemplo do Bolsa Família, minha casa minha vida, ProUni, Luz para Todos e Mais Médicos.

Saiba os meios de comunicação, especialmente a Rede Globo e setores da elite brasileira de que nós viemos para ficar. Aqui não se aceita CHANTAGEM política e nem CANGA (objeto utilizado para impedir qualquer tipo de mobilização entre animais).

Voltando as pesquisas, já vimos candidatos(as) que a sua candidatura nasce com altos índices de aprovação nas pesquisas e terminam em traços. Na nossa avaliação, com exceções a regra, em pesquisa tudo pode acontecer. O levantamento de campo, manipulação de dados, um jeitinho no ajuste dos índices e a ordem de quem paga a pesquisa, que este sim é o ponto fundamental.

Um partido como o PT, que tem militância, apoio de vários movimentos sociais e figuras respeitáveis de alta expressão política, começando pelo companheiro Lula, precisa ser levado em conta. A eleição independente de pesquisa, nem estar ganha e muito menos perdida. Vamos à contagem dos votos!

O nosso exercito de militância estará presente nas ruas e tenho certeza de que fará a grande diferença para mais avanços. Sabemos que a partir de hoje não vão ser poucos, os comentaristas e os entendidos em analise de pesquisa que entrarão nas suas avaliações, mas ninguém terá condição de se antecipar na decisão e na vontade do povo até dia 05 de outubro, quem viver, verá.

#EuVouComEla
#Dilma2014
#CopaDasCopas


Francisco Rocha da Silva (Rochinha)
Florisvaldo Souza
Jefferson Lima

quarta-feira, 7 de maio de 2014

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Rochinha se confraterniza com os Delegados e Delegadas que vieram participar do 14º Encontro Nacional do PT.