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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

A unidade da CNB (Construindo Um Novo Brasil) é o caminho para a unidade do partido (PT).


Concluída a etapa da eleição (PED) que escolheu as novas direções partidárias, por um período longo de quatro anos, foi escolhido os cargos e as funções de direção.
É fundamental que a corrente entre de imediato no processo de analise da conjuntura, com elaborações para subsidiar seus seguidores.

Percorrido muitas etapas durante os 33 anos de vida partidária, não foram poucos os momentos em que tivemos que fazer acordos e rearrumação interna para disputar e garantir maioria para estabilidade da vida do PT.
Faz tempo e já perpassa gerações que começamos a nos agrupar em torno de ideias e propostas na constituição do movimento interno denominado 113. Não vou neste momento detalhar as razões porque se trata de uma longa história e o tempo é curto. Prometo aos militantes ainda fazê-lo em algum momento dentro da própria corrente. Alguns filiados, o qual eu mim incluo, lançamos um manifesto chamado a revolução dos bagrinhos, cujo objetivo era criticar alguns erros da corrente e tentar repor a política no seu devido lugar.
Passaram-se os anos 93 a 95, perdemos a maioria da direção partidária com racha entre a unidade na luta e o surgimento do chamado Hora da Verdade. Neste momento se iniciava um novo ciclo na disputa interna da maioria da corrente no PT.

Cabe registrar que tal fato aconteceu no momento singular da historia da política brasileira que foi o inicio do plano real e a disputa de Lula como candidato a presidência da republica em 1994. Também se trata de uma longa narrativa que neste documento não tenho espaço para expor em detalhes.
Naquele período, passamos por momentos internos extremamente difíceis, por conta da nossa divisão e para completar pela derrota do Lula nas eleições.

Vou relatar uma pequena historinha: naquela ocasião, eu era um dos responsáveis pela coordenação das caravanas do Lula e fazia parte da equipe que contribuía politicamente para a elaboração da agenda dele. Como tinha perdido a maioria interna, os cargos de direção foram rediscutidos e eu fui demitido da coordenação política da agenda do companheiro Lula, pela Folha de São Paulo. Tomei conhecimento da noticia na pequena cidade de Tauá no sertão do Ceara e para o meu lugar tinha ido o companheiro Hamilton Pereira. Até isso nenhum problema, continuei amigo e companheiro até hoje, só para refrescar a memória. Depois de dois anos de intensa luta, retomamos no Encontro de Guarapari, no Espírito Santo (1995) a maioria da direção do partido.
Como a história está ficando longa, vamos aos fatos os quais quero aqui expor neste texto.

Escolha de cargos e funções de direção na corrente em toda sua historia sempre passaram e irão passar por discussão e decisão coletiva. Pode ter divergência mas a decisão é por consenso ou por maioria dos seguidores das correntes.
Haja visto que não foi fácil fechar nesta última etapa, a chapa do diretório nacional, da executiva nacional, da comissão de ética, do conselho fiscal e compactuar as funções dos atuais dirigentes. Porém, depois de um longo debate, o conjunto da proposta foi aprovada em plenária por aclamação.
NADA FÁCIL MAS FOI POSSÍVEL

Quero deixar claro que na CNB, até o momento não terá por vontade da maioria, espaço para traição ou rompimento de acordos. E tem mais, aqueles que se utilizam dos meios da mídia venal para no anonimato plantarem intrigas e tentar “queimar” companheiros, com certeza não terão sucesso, especialmente os que usam o anonimato chamado em off. Os que no passado e que ainda teimam no presente de se utilizar das graças da mídia, deram-se muito mal. Espero que o passado sirva de exemplo para aqueles que ainda insistem no presente.

A pratica aqui é dar “nome aos bois”. Caso alguém queira melindrar algum companheiro, a carapuça caiba na cabeça de quem merecer.

Darei continuidade a este e outros assuntos no momento que eu achar necessário.
Por enquanto é só.

Um forte abraço,
Rochinha

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