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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Arregaçar as mangas e dar a vitória ao presidente Rui Falcão #180 e a chapa O Partido que Muda o Brasil #280


No próximo dia 10 de novembro, os petistas serão chamados para eleger suas direções. Este é um dos momentos mais importantes na vida interna do Partido.

A criação do PED (Processo de Eleições Diretas) foi uma das iniciativas político-partidária mais importante na história dos partidos políticos no Brasil e talvez no mundo. 

Este processo iniciado em 2001 fez com que a vida orgânica do Partido tomasse outra dimensão, oxigenando e trazendo à tona, disputas entre os candidatos em todos os níveis debatendo-se organização, ideologia, política de alianças interna e externas e concepção partidária.

Alguns candidatos das correntes minoritárias do PT que disputam a presidência nacional do partido vêem criticando o governo Dilma Rousseff por ter utilizado tropas do Exército e da Força Nacional, para fazer a segurança do leilão do campo de Libra do pré-sal, no Rio de Janeiro. Será que os companheiros não queriam a presença da segurança, evitando um desastre ou vitimas durante o leilão? Não se trata de defender a presença das forças armadas, mas sim de garantir o sucesso do leilão.

Os cinco concorrentes ao comando petista participaram de debate em São Paulo, quatro dias após um encontro acalorado realizado em Brasília. Na ocasião, diante de uma platéia exaltada, o presidente do partido, Rui Falcão, disse que parecia que a sigla fazia oposição ao governo. 

No último debate em São Paulo, com pouca presença de militantes, a maior fonte de críticas à Dilma foi sobre o leilão de Libra. Ao defender a aproximação do PT com movimentos sociais, os candidatos Serge Goulart, Renato Simões, Markus Sokol e Valter Pomar atacaram o envio de tropas federais ao Rio de Janeiro durante o leilão. 

Em relação à postura dos quatros candidatos em todos os debates, a minha maior surpresa é de que todos perderam um momento primordial para que nós discutíssemos questões que são de importância para o crescimento da consciência política dos filiados (as) e militantes. Perdemos espaços para discutir as questões internas do partido, especialmente na sua fase de transição, aonde teremos novidades importantes na sua composição como a questão da paridade de gênero, a participação de 20% de jovens nas instâncias de representação e a participação das etnias, entre outras o processo de modernização do partido no que toca as questões organizativas, como o avanço na formação política, a interação profissional e individual na comunicação e nas redes sociais e o avanço no novo conceito de gestão de administração, seja ela no campo da gestão executiva, do legislativo e dos cargos dirigentes partidários. 

Infelizmente em minha opinião não foi isto o que aconteceu durante os debates. As discussões foram pontuais e sem conteúdo político. 

No que tange ao PT e ao governo devemos ter o orgulho de depois de anos de luta enfrentando a elite e os setores conservadores da mídia, termos chegado ao poder no Brasil. Foram 10 anos de muito trabalho, mas o PT e o governo com seu programa democrático e popular apoiado por uma base parlamentar, por diversos setores sindical e social conseguiram grandes avanços, no campo da educação, na área da saúde, centenas de milhares de empregos gerados com carteira assinada, melhoria salarial dos trabalhadores e melhoria de renda do povo brasileiro. Conseguimos também elevar um grande contingente de brasileiros que estavam na extrema pobreza, à condição de cidadão através do programa Bolsa Família e programas de qualificação. É disto e de outros avanços implantado pelo Brasil a fora que os petistas têm a obrigação de sentir orgulho do partido e dos governos Lula e Dilma. 

Teríamos muitos assuntos positivos para ser mencionado, sobretudo para se contrapor a aqueles que torcem pelo quanto pior, melhor. Mas oportunamente este momento virá. 

Por fim, desejo sucesso a todos os (as) nossos (as) candidatos (as) a presidentes estaduais e conclamo a todos os filiados (as) do PT aptos a votarem no PED (Processo de Eleição Direta) no próximo domingo, dia 10 de novembro, que cerrem fileiras votando em Rui Falcão, para presidente nacional com o numero 180 e na chapa nacional, O Partido que Muda o Brasil, com numero 280.

 

Um fraterno abraço

Rochinha

 


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