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quinta-feira, 2 de maio de 2013

Quem viver vera?


Este é o principal slogan do programa de governo do "pré-candidato". Só Freud explica...



Política

No Interior, Eduardo manda recado

“Quem viver verá”, disse o governador sobre guerra de slogans na TV

CARUARU - “Quem viver verá”. Foi assim, em clima de recado e disputa, que o governador Eduardo Campos (PSB) - e eventual adversário de Dilma Rousseff em 2014 - reagiu ontem à guerra de slogans que vem sendo travada entre o seu partido e o PT, segundo os quais, respectivamente, é possível “fazer mais” e “fazer cada vez mais”. O mote, adotado pelo socialista desde que seu nome passou a figurar entre os presidenciáveis, foi usado com insistência nas recentes inserções e no programa nacional do PSB. E vem incomodando o PT, que começou a tentar neutralizar a colocação do pernambucano, desde o último dia 27, quando Dilma e o ex- presidente Luiz Inácio Lula da Silva começaram a aparecer na televisão, afirmando que “nosso governo também aprendeu, com o Brasil e os brasileiros, que é possível fazer cada vez mais e melhor”.

“Conseguimos um passo importante, que é mostrar que é possível fazer mais pelo povo brasileiro. Ruim na vida é quando a gente acha que já fez tudo, e começa a contar o que já foi. O importante na vida da gente, da família, da empresa, de um estado, de um país, é que as pessoas se sintam desafiadas a fazer mais e melhor”, disse Eduardo Campos, em Caruaru,  onde iniciou um périplo por mais de dez localidades da Zona da Mata e da Região Agreste, para assinar convênios, vistoriar obras e implantar ações de convivência com a seca.

Mais cedo, depois de uma entrevista na TV, Campos havia abordado o tema. “Acho que conseguimos construir um entendimento bom e saudável para que no Brasil haja debate sobre temas, independente da eleição. É complicado quando toda vez que se vai falar como político, as pessoas sejam vistas como candidatos. É importante discutir o País, reconhecer que é possível fazer mais. Acho que os programas do PT mostram construção desse consenso. Mas não entenderia a frase adotada pelo PT como um recado (para o PSB), como o nosso não foi (para o PT)”, amenizou.

CAMPANHA
Enquanto discursava, Edu­ardo Campos, por vezes, foi interrompido pela multidão, que gritava “Eduardo Presidente do Brasil”. Em cima dos palanques, secretários, prefeitos e líderes comunitários se referiam ao governador como futuro presidente. O discurso de Eduardo não foi tão diferente dos demais, apesar de não citar sua candidatura, focou nas ações que fará no Estado e na “visão de crescimento que sempre teve”.

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