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terça-feira, 28 de maio de 2013

Do que ele está reclamando?

Eduardo Campos aparece agora com um discurso dúbio a respeito do Bolsa Família. Fico com a sensação de que ele é contra o Bolsa Família. Se ele, de fato, investiu apenas R$ 1 milhão, frente a um investimento da ordem de  R$ 150 milhões do Governo Federal. Ele está reclamando de que?
A menos que a informação do jornal esteja errada. Foi R$ 1 milhão ou R$ 1 bilhão.

Eduardo Campos ironiza Bolsa Família e cobra mais investimento federal em educação


Por Gabriela López
A falta de políticas complementares ao programa federal Bolsa Família - um dos principais do governo PT - foi alvo de críticas do governador Eduardo Campos (PSB), que ameaça deixar a base da presidente Dilma Rousseff e se lançar candidato ao Palácio do Planalto em 2014. Em discurso durante evento com vereadores do PSB nesta segunda-feira (27), o socialista cobrou mais investimentos em educação.
"Hoje vemos as filhas do Bolsa Família serem mães do Bolsa Família. Vamos assistir a elas serem avós? Não queremos isto", disparou. "O Estado investiu no Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) de Pernambuco R$ 1 milhão. A União colocou R$ 150 milhões. Está certo isso? Vai dar para fazer escola em tempo integral, creche e dar alimentação de qualidade?", questionou.
O evento, que deveria ser um encontro com vereadores socialistas, transformou-se em palanque para o governador. Ele foi ovacionado na chegada ao Mar Hotel com gritos que diziam "Brasil para frente, Eduardo presidente". Também foram distribuídos panfletos exaltando a possível candidatura dele.

Ministro do PSB defende reeleição de Dilma e envia recado a Eduardo Campos

Recomendo a leitura e divulguem o máximo possível

Ministro do PSB defende reeleição de Dilma e envia recado a Eduardo Campos
Apesar da movimentação do governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, para concorrer à Presidência da República, o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra (PSB), afirmou que o partido só vai decidir no próximo ano sobre a disputa presidencial.
De acordo com ele, há correntes no PSB que defendem o apoio a reeleição de Dilma Rousseff, no próximo ano.
- Todos os dois (Dilma e Eduardo) são excelentes quadros da política brasileira. Agora, todos nós estamos aprofundando essa discussão dentro do PSB, no sentido de a gente trabalhar pela manutenção da aliança. É legítimo que o presidente do PSB se movimente, inclusive para fortalecer o partido. O PSB vem com duas grandes vitórias nas eleições estaduais, nas eleições municipais e é natural que o partido queira liderar um projeto político próprio. Mas, existem correntes dentro do PSB e me integro nesta corrente, que defendem a manutenção da aliança com a presidente Dilma - disse. - Estamos investindo no Nordeste e o trabalho da presidente Dilma merece ser continuado - completou.
O ministro passou o final de semana em Alagoas e almoçou com o governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB). A conversa entre os três foi reservada, mas Fernando Bezerra é um dos principais desarticuladores da candidatura de Eduardo Campos no Nordeste, principal celeiro eleitoral do socialista. Os dois outros socialistas que têm a tarefa de desidratar Campos, são o governador do Ceará, Cid Gomes, e o irmão dele, o ex-ministro Ciro Gomes.
Em Alagoas, o ministro anunciou obras hídricas e de infraestrutura. Os gastos serão de R$ 1,2 bilhão.

João Paulo Lima



Acabei de terminar uma conversa sobre política com o deputado federal por Pernambuco, João Paulo Lima, onde discutimos o PED nacional e no estado. Aproveitamos também para trocar impressões sobre as eleições de 2014.





segunda-feira, 27 de maio de 2013

Entrevista ao Jornal do Comércio: Rochinha nega pressão do PT ao PSB


Petista rebate declarações de que governos do PSB estão sendo prejudicados


Integrante do diretório nacional do PT, Francisco Rocha (Rochinha) negou que o partido ou o governo federal estejam pressionando políticos do PSB a não apoiarem a candidatura do governador Eduardo Campos (PSB) à Presidência. O petista rebateu a declaração dada ontem pelo deputado federal Beto Albuquerque (PSB-RS), de que o Planalto estaria dificultando os governos socialistas.
“Se ele (Albuquerque) acha que os governadores do PSB estão sendo prejudicados, precisa dizer como e quem está sendo prejudicado”, afirmou. Rochinha também disse que a presidente Dilma Rousseff não tem a intenção de penalizar governos socialistas devido à movimentação de Eduardo. “Não fazemos isso nem com a oposição, por que faríamos com o PSB, que é nosso aliado?”, indagou.
Apesar do discurso apaziguador, o petista adotou um tom crítico ao comentar a pré-candidatura de Eduardo. Disse que defenderá que o PT não “mova uma palha” para impedi-la porque acredita que, na campanha, o socialista deixará expostas suas “contradições políticas”. “Ele tem o direito de concorrer, mas é contraditório. Ele vai ter que dizer a que veio. Se Dilma não estivesse concorrendo à reeleição, sua candidatura poderia se justificar, mas, neste momento, ela serve a quem?”, questionou, para, em seguida, emendar: “Isso interessa ao PSDB, a Jarbas Vasconcelos, que foi quem mais chicoteou ele a vida inteira e agora é seu aliado. Essas contradições fundamentais o Brasil precisa saber”, disse.

A Luta da Juventude começa a adotar nova roupagem e crescerá

Publicado em 23-Mai-2013
Pedro de Deus Del Castro

Hoje esta mais do que claro para todas as forças políticas que a juventude é uma prioridade organizativa. É perceptível a volta de sua inquietude questionadora que, ainda de forma embrionária, se manifesta uma rejeição incipiente às formas dominantes de viver. Como vanguarda minoritária, isoladamente, se insurgem contra a polícia, o extermínio de jovens, a criminalização da maconha, o machismo, o poder coronelista em alguns pontos do país, e aos partidos mais retrogradas. Será preciso um enorme trabalho político para dar sentido a essa rebeldia volátil e conectar esta parcela da juventude na luta por uma política mais global e devemos atuar firmemente no Movimento Estudantil e nas lutas da juventude como um todo. Embora não possamos antever a configuração do movimento que a rebeldia latente da juventude promete eclodir, podemos apostar que será um movimento de caráter juvenil e popular, autônomo em relação às instituições e corporações que não se adequarem a este momento e com fortes traços culturais. Mais do que estar preparado,devemos ajudar a pari-los e disputar sua hegemonia no sentido de conduzi-los para uma política mais ampla. Faz-se urgente e necessário também, gestar um novo movimento que não seja só um ato de rebeldia com a cultura dominante, mas que consiga sim e muito, produzir algo novo, forte, tropical, democrático, ambiental, universal e humano, assim como a semana de arte moderna, a tropicá lia e outros representaram para suas respectivas gerações. Por outro lado, a juventude no mundo é o setor que será mais agredida pela crise econômica mundial, e deve se preocupar e lutar contra as graves questões geopolíticas da atualidade, as ameaças à paz derivadas das políticas neocolonialistas e com as lutas dos povos e nações por um novo ordenamento econômico e político mundial. No Brasil, os dez anos de governo PT caminhou na contra mão desse processo global, o Pró-Uni, a construção de novas universidades, as bolsas de estudo fora do Brasil e etc, vai fazendo dessa juventude, numa escala de massas, a mais qualificada tecnicamente que o Brasil já teve. E se juntarmos isso, com a questão da grande criação de empregos que indiscutivelmente temos hoje, teremos um futuro mais nobre para essa nova geração. Mas só isso não basta, essa nova geração tem que lutar pelos seus direitos, direitos quais, que passam por lutas como a da Reforma Política e Eleitoral, Reforma Tributária e de lutas de natureza ambiental e de melhoramentos democráticos, principalmente na comunicação. O PT esta no caminho certo, o PED, principalmente para a juventude, vai buscar uma perspectiva tática e estratégica, para essa geração seguir na consolidação de uma frente social e política de forças transformadoras e progressistas, defendendo o legado histórico do partido e o de Lula, que hoje estão sendo atacados por um setor coronelista, golpista e sem projeto. A renovação de 20% suas cadeiras de direção para jovens, fortalecerá o papel de protagonista e dirigente, para que os novos quadros possam enfrentar esses desafios. Neste quadro de gigantes desafios e responsabilidades,ainda temos de somar aos debates a questão de política de aliança e do processo eleitoral como um todo para 2014.além do de trilhar os caminhos de resistência à brutal ofensiva conservadora hoje em curso. E seguir na luta por mais Direitos aos Trabalhadores e conquistando mais avanços na pauta de Direitos Humanos, de defesa da soberania nacional e da paz. Essa é uma tarefa irrecusável e inadiável das forças consequentes em sua opção política, para que possamos assim, seguir mais dez anos na construção de um Brasil onde a justiça social, a fraternidade e a solidariedade não sejam meros conceitos e sonhos e, sim, realidade e vida.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

No começo da semana eu postei no facebook e no twitter um texto sobre o que seria "a nova cartada do PSDB para 2014", que dizia o seguinte: A Cartada do PSDB para 2014 - Presidente da República: Fernando Henrique; Governador de SP: José Serra; Senador em SP: Geraldo Alckmin; Governador em MG: Aécio Neves Em parte, o governador Geraldo Alckmin vai confirmando as minhas previsões. Leia e confira aqui

terça-feira, 21 de maio de 2013

O boato sobre o fim do programa Bolsa Família é criminoso, mas o tiro saiu pela culatra

O boato de que o governo suspenderia os pagamentos do programa Bolsa Família é realmente um crime, que está sendo apurado e os responsáveis devem ser punidos. Por outro lado, o episódio serviu para comprovar mais uma vez a força do maior programa social do País criado no Governo Lula e que tem continuidade e apoio garantidos pelo governo da presidenta Dilma. O tiro dos criminosos saiu realmente pela culatra. A resposta do governo foi rápida, precisa e eficiente em favor dos beneficiários e a atitude criminosa fracassada fez com que o Ministério do Desenvolvimento Social tomasse medidas preventivas e que irão facilitar ainda mais a comunicação com os milhões de beneficiários do programa. Um programa social que tem como objetivo tirar da extrema miséria milhares de brasileirios e traze-los à condição de cidadãos merece por parte de todos nós, além da atenção especial, um profundo respeito e jamais podemos aceitar a ousadia criminosa de alguns ABUTRES que jogam pelo “quanto pior melhor”. É bom lembrar que, além do Bolsa Família, durante os dez anos dos governos Lula e Dilma foram implantados e hoje se encontram estruturados diversos outros programas de grande importância para atender a população mais necessitada. Cito como exemplo o SAMU(Serviço de Atendimento de Urgência), Farmácia Popular, Brasil Sorridente, ProUni, Pronatec, Pronaf e, para coroar os dez anos de gestão petista, cito como exemplo o programa Minha Casa Minha Vida, onde já foram entregues mais de um milhão de moradias, fato este nunca visto na história deste País. Eu poderia citar vários outros programas implementados durante essa década que mudou o Brasil, mas deixo que os companheiros e companheiras puxem pela memória. Portanto, entre a versão e o fato, a maioria da população brasileira fica com a VERDADE.

domingo, 19 de maio de 2013

Globo News Painel, um programa retrógrado

Acabo de assistir o programa Globo News Painel, lamentavelmente o programa me deixou aterrorizado com a sua ousadia no debate sobre o papel da Comissão da Verdade e os pontos de vista do apresentador e de três debatedores sobre o histórico da ditadura militar. Uma das piores visões retrógradas que tenho visto nos últimos tempos. Conciliação é pouco, na visão deles a comissão terá que fazer apenas o levantamento do passado e só faltaram dizer “depois arquive-se” e ainda fizeram críticas a países citando nominalmente a Argentina que tomou as devidas providencias sobre a violência na ditadura naquela país, para o apresentador isto é revanchismo. Falta de respeito pelo que penso como assinante.

A Taça é nossa, Corinthians Campeão

No momento que meu coração bate mais forte quero compartilhar com todos os meus seguidores corintianos, e para os não corintianos continua a velha amizade e aquele abraço.

A CONVENÇÃO DO PSDB, O BANHO DE POVO SEGUNDO FHC

A VELHA MÍDIA E OS JORNAIS TELEVISIVOS TENTARAM DURANTE O DIA DE SÁBADO E HOJE(DOMINGO) DESENTERRAR O DEFUNTO PSDB, UTILIZARAM TODOS OS INFORMES DE NOTÍCIA E OS TELEJORNAIS TENTANDO MOSTRAR A "GRANDIOSIDADE" DA CONVENÇÃO, ESQUECERAM DO CALO NO CALCANHAR CHAMADO JOSÉ SERRA. A ELEIÇÃO DE SÃO PAULO PARA GOVERNADOR OU A DE PRESIDENTE DA REPÚBLICA COM CERTEZA SERÁ A ÚLTIMA PAR DE CAL NA VIDA POLÍTICA DO SERRA, DUVIDO QUE ELE PERCA ESTE MOMENTO PARA FICAR FORA DE UMA CHAPA MAJORITÁRIA TUCANA. QUE O AGUARDEM AÉCIO NEVES OU O GERALDO ALCKMIN

Virada Paulistana

O comparecimento em massa da população de São Paulo e vários visitantes de outros estados fizeram a alegria da grande festa da Virada de São Paulo, PARABÉNS A ADMINISTRAÇÃO DO PREFEITO FERNANDO HADDAD. Infelizmente aconteceram episódios de violência que entristece a todos nós. Quero dedicar o sucesso a todos os participantes do evento, a violência atribuo ao desgoverno do PSDB especialmente ao governo tucano(XUXU). Esperem, que o povo dará a resposta nas urnas.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

PT: Rochinha fala sobre campanha pela reforma política e desafios para 2014

TV PT: Rochinha, dirigente nacional, fala sobre o PED 2013

Hoje, 17 de maio, é o Dia Mundial de Combate à Homofobia.
Nesta data em que se combate mundialmente a homofobia quero me solidarizar com todos os segmentos que estão engajados nessa luta, especialmente à comunidade LGBT. Aproveito para manifestar a minha solidariedade e apoio à luta pelo fim da violência contra as mulheres e contra qualquer forma de discriminação às minorias.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

TIRANDO O SONO DA OPOSIÇÃO


O desejo das aves de mau agouro e do quanto pior melhor em relação ao crescimento do PIB e a queda da inflação com certeza está tirando o sono deles. Vejam os números: A prévia do PIB teve crescimento de 1,04% no trimestre, sendo considerada a maior taxa de crescimento desde o primeiro trimestre de 2011, segundo divulgação hoje pelo Banco Central . Enquanto isso, o índice de inflação de maio registrou queda de 0,09%, de acordo com a Fundação Getúlio Vargas, sendo a menor desde novembro de 2012.

terça-feira, 14 de maio de 2013

PED e Reforma Política: Prioridades para a mobilização do PT



A atual conjuntura política exige do PT, através da articulação dos seus dirigentes, militantes e simpatizantes, uma intensa mobilização nacional em torno de dois temas que na minha opinião reforçam a consolidação do sistema político brasileiro.
Numa análise fria chega-se à conclusão de que o Brasil precisa de partidos políticos em número e em ideologias que tenham um corte real no sistema político vigente.
Tenho reiterado em artigos anteriores a opinião de que o espectro político nacional para ser adequado ao corte ideológico deveria ter em torno de cinco ou, no máximo, seis agremiações políticas nacionais.
Insisto na tese de que deveríamos ter um partido de esquerda, um da ultra-esquerda, um da centro-esquerda, um da direita, um da centro-direita e, lógico,  um mais liberal.
Com certeza, a consolidação dessas legendas sedimentaria os pilares de uma verdadeira democracia político-partidária no País.
Entro nesse debate para dizer que o Partido dos Trabalhadores tem uma grande responsabilidade na contribuição política parasse alcançar este objetivo. O PT no momento discute com seus filiados o projeto de renovação das suas direções com a realização do Processo de Eleição Direto, o PED 2013. Ao mesmo tempo sai a campo para coletar assinaturas da população brasileira para, em conjunto com outras forças políticas e com os movimentos sociais, apresentar um projeto de iniciativa popular pela implementação da Reforma Política.
É obrigação de todos nós, filiados ao Partido, não medir esforços para colher o máximo do limite das assinaturas necessárias para a apresentação da proposta e mobilizar a sociedade para, através de pressão popular, aprova-la no Congresso Nacional.
Além da proposta de uma reforma política, um Partido que tem hoje em torno de um milhão e setecentos mil filiados tem todas as condições de realizar, juntamente com outras forças políticas e sociais, mobilizações nacionais em defesa dos interesses da sociedade.  Entre estas frentes de ação estão a legalização das terras indígenas, o reconhecimento das terras quilombolas, a ampliação e a consolidação do direito das minorias, assegurar as liberdades democráticas, evitar a consolidação da judicialização da política, trazer os jovens para a participação na vida política e garantir a consolidação do projeto democrático evitando o fortalecimento das forças conservadoras no País.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Programa Partidário do PT 2013.


Espero que o seu coração bata mais forte de emoção e alegria.

VIVA O PT!!!



quinta-feira, 9 de maio de 2013

Será que Serra leu muito o Príncipe de Maquiavel?

Será que Serra leu muito o Príncipe de Maquiavel? No PSDB é sempre a mesma nota.


Outro desejo de Serra: deslocar Alckmin para a disputa presidencial
Eis uma nova especulação sobre o futuro político eleitoral de José Serra: empurrar o governador de São Paulo Geraldo Alckmin para a disputa da Presidência da República em 2014. Assim, ele, Serra, disputaria o governo paulista.
E Aécio Neves? Teria de ficar na fila.
Uma variação dessa especulação é o PSDB ter uma chapa puro sangue para o Planalto em 2014: Geraldo Alckmin e Aécio Neves, como candidatos a presidente e a vice-presidente. Ou vice-versa, dependendo de quem é o interlocutor. Para Serra, tanto faz. O importante seria a vaga aberta para ele disputar o Palácio dos Bandeirantes.
Nessa hipótese, claro, Serra permaneceria filiado ao PSDB. Estaria enterrada a chance de ele vir a se filiar ao MD, novo partido criado por Roberto Freire, do PPS.
Qual é o problema disso tudo? Geraldo Alckmin nem quer ouvir falar nessa possibilidade. Ele tem 60 anos e enxerga mais vantagem em tentar ficar até 2018 como governador de São Paulo. Aí sim voltaria a tentar a sorte numa corrida pelo Planalto (Alckmin concorreu em 2006, contra Lula, e perdeu).

A Arena continua a mesma.


Lendo o artigo do jornalista Fernando Rodrigues hoje na Folha de São Paulo, chego à conclusão que a Arena continua a mesma.

Acho importante a expectativa que está gerando o lançamento do livro do professor Emir Sader que traz  várias opiniões do ex-presidente Lula sobre o PT. É mais uma importante contribuição para orientar o Partido rumo ao futuro. Esperemos o lançamento do livro.

O mundo político, jornalistas, colunistas e cientistas políticos tentam fazer um esforço para subtrair o que significa a história de um Partido com 33 anos de vida e 10 anos de governo no poder central.

Alguns se aprofundam nas suas análises e contribuem com acertos e erros. Outros não se aprofundam e fazem analises e ilações a partir de suas visões ideológicas/pragmáticas ou tentam, como diz o jornalista  Mino Carta, escrever simplesmente o que agrada aos seus chefes de redação. Mas tudo tem sua importância. Mesmo quando parece que não tem.

Li também, na mesma Folha de São Paulo, a carta de um leitor, que mesmo fazendo observações sobre o que ele chama de pragmatismo petista, reconhece que o PT não fugiu da sua história e nem dos seus compromissos históricos. Ele faz uma análise de espaço reduzido sobre as questões sociais e outros avanços que foram exercidos pelo PT no governo.

Na minha simples opinião um partido que chega ao poder pela via eleitoral, com o corte ideológico e no complexo multipartidarismo existente no Brasil jamais teria condições de governabilidade sem praticar uma ampla política de alianças. Há uma grande diferença optar por políticas de aliança para governar e assegurar um projeto de construção partidária.  Modéstia à parte, isto o PT sabe fazer.

Muitas vezes me deixam curioso e até perplexo, quando alguns jornalistas com longa trajetória profissional e que acompanham de perto o jogo do "poder governar" confundem alhos com bugalhos.

Chego à conclusão que o desejo é meramente criar chafurdação e confundir a opinião pública. O PT está onde sempre esteve e continuará assim.  

quarta-feira, 8 de maio de 2013

O fim da Guerra!

Em Julho de 1944 desembarcava na Itália o primeiro escalão de um contingente de mais de 25 mil homens e mulheres da Força Expedicionária Brasileira.

Este grupo se juntaria às Forças Aliadas para combater os exércitos nazi-facistas  a frente da Segunda Guerra Mundial, as forças brasileiras ficaram sediadas nas cidades italianas de Monte Castelo, Casteinuovo e Montese. A partir desta trincheira entravam em combate com os soldados adversários.

Hoje, dia 8 de maio, se comemora a vitória das forças aliadas contra o nazi-facismo e terminava a Segunda Guerra Mundial.

Que tenhamos para sempre um mundo sem uma terceira guerra.

Aqui se faz a história, recordar a viver

Dando continuidade ao tema do aniversário de dez anos do Manisfesto dos 113, divulgo a lista das companheiras e dos companheiros que assinaram o histórico manifesto, segue a lista dos signatários:




1 – Djalma de Sousa Bom – Deputado Federal - São Bernardo do Campo
2 – Devanir Ribeiro – Ipiranga
3 – José Cicote – Deputado Estadual - Santo André
4 – Anisio Batista – Deputado Estadual – Saúde
5 – Gilson Menezes – Prefeito Diadema
6 – Claúdio Barroso – Vila Prudente (Vereador)
7 – Antonio Carlos Granado – Vereador Santo André
8 – Geraldo Siqueira – Deputado Estadual
9 – Irma Passoni – Deputada Federal – Capela do Socorro
10 – Eduardo Jorge – Deputado Estadual - Itaquera
11 – João Carlos Alves – Vereador Capital
12 – Irede Cardoso - Vereador
13 – Miguel Rupp - Santo André
14 – Alcides Mamieura - Vereador Campinas
15 – Oswaldo Noce  - Vereador Sorocaba
16 – Janete Rocha Pietá - Guarulhos
17 – José Ivo Vannuchi - São Joaquim da Barra
18 – Santo dos Reis Oliveira - Cotia
19 – Cid Barbosa Lima Jr
20 – Raphael Martinelly  - Lapa
21 – Marcelo Racy - Aclimação
22 – Artur Cunha - Guarulhos
23 – Marcos Padovane
24 – José Candido Pereira – Parque São Rafael
25 – Francisco Carlos Bernal
26 – Maridite de Olveira
27 – José Augusto da Silva Ramos
28 – José Gilmar Alves Santos
29 – Iram de Resende - Sumaré
30 – Geroncio Rocha – Cerqueira Cesar
31 – Antonio Dória M. Carneiro - Cerqueira Cesar
32 – Delmar Maltes – Vila Prudente
33 – Nelson Machado - Pinheiros
34 – Idalvo Cavalcanti Toscano – Vila Mariana
35 – Lêda Rejane Queiroz - Butantã
36 – José Dirceu – Jd. América
37 – Dorival Costa - Birigui
38 – José Mentor - Saúde
39 – Graça Mentor - Saúde
40 – Elcio Riva – Santo André
41 – Robeni Baptista da Costa - Campinas
42 – Antonio R. Guimarães - Osasco
43 – Elizabeth Souza Lobo - Pinheiros
44 – Moacyr Eleutério JR
45 – Valdemir Cavalcante - Caçapava
46 – Percy Sampaio Camargo - Araçatuba
47 – Gilson Rodolfo Martins
48 – José Domingos T. Vasconcelos
49 – Ricardo Galletta – Campinas
50 – Jorge Batista - Osasco
51 – Carlos Russo - Aclimação
52 – Lizete D. Silvio - Aclimação
53 – Armelino Passoni – Capela do Socorro
54 – Leonide Tatto - Parelheiros
55 – Maria de Lourdes Silva – Santo Amaro – Vila São José
56 – Guilherme Simões Gomes – Ribeirão Preto
57 – José Zico - Itaquera
58 – Heitor Gaudenci Jr - Vinhedo
59 – José Pedro da Silva – Osasco
60 – Francisco C. Bernal
61 – Abdon J. Uehbe
62 – Antonio Cassio Santos – Ermelino Matarazzo
63 – Antonio de Paula – São Paulo
64 – Vicente Caetano Franies - Sorocaba
65 – Olival Costa Farias - Sorocaba
66 – Ismael Nunes Pereira Filho - Votorantim
67 – Luiz Carlos Gomes - Barueri
68 – Agenor Figueiredo - Cajamar
69 – Antonio Carvalho do Nascimento - Marília
70 – Marcia Mulin Fermino da Silva - Perdizes
71 – Rosaly Aparecida Rodrigues Silveira – São Caetano do Sul
72 – Juscelino Silva Neto – Itaim paulista
73 – Lucia Holanda
74 – Mauricio Segall - Saúde
75 – Terezinha Martins - Saúde
76 – Juraci de Oliveira Santiago
77 – Clara Charf
78 – Vicente Trevas - Perdizes
79 – Rubens Possati – Bela Vista
80 – Aldo L. da Silva - Itaquera
81 – Silvio Caccia Bava – Jardim Paulista
82 – Helena Segundo – São Miguel Paulista
83 – Elói Alfredo Pietá – Vereador Guarulhos
84 – José Machado - Piracicaba
85 – Marco Aurélio Garcia – Jardim Paulista
86 – José Américo Dias - Liberdade
87 – Adriano Diogo – Alto da Moóca
88 – Marta Balieiro
89 – Francisco Rocha da Silva – Vila Prudente (Rochinha)
90 – Norival Estevos
91 – Eder Sader - Ibirapuera
92 – Ricardo Guterman – Ermelino Matarazzo
93 – Alípio Viana Freire – Perdizes
94 – Keiji Kanashiro - Diadema
95 – Therezinha Bastos Fini - Diadema
96 – Mayumi Watanabe de Souza Lima
97 – Sérgio Pereira de Souza Lima
98 – Hamilton Otavio de Souza
99 – André Felipe Darde – São Caetano do Sul
100 – Jorge Kayamo – São Miguel Paulista
101 – Erminia Maricato - Parelheiros
102 – Aldemir Pereira Filho - Botucatu
103 – Afonso      da Cruz – São Bernardo do Campo
104 – Expedito Soares Batista – Dep. Estadual
105 – Vicente de Paula (Vicentinho) - Diadema
106 – Luiza Erundina – Vereadora Capital
107 – Paulo Diniz – Deputado Estadual
108 – Jair Menegelli – São Bernardo do Campo
109 – Rui Falcão - Perdizes
110 – Silvio José Pereira (Silvinho) - Osasco
111 – Luis Inácio Lula da Silva – São Bernardo do Campo
112 – Luiz Gonzaga de Oliveira – Vereador Carapicuíba
113 – Valdemar Herrmann


PS: Na verdade são 113, porque um dos signatários, Francisco Bernal, de tão entusiasmado  assinou duas vezes a lista.
 

segunda-feira, 6 de maio de 2013

O MANIFESTO DOS 113


O Manifesto da Articulação dos 113 completa 30 anos do seu lançamento. É importante lembrar a atual geração de filiados e filiadas que este foi, já na fundação do partido, um movimento interno com a intenção de captar e discutir as mais diversas leituras sobre a conjuntura e o PT.  

Exatamente no ano de 1983, era um movimento pluralista cujo manifesto, o qual divulgo agora, mostra para todos que aqui se faz a história. Nos reuníamos em porão de um velho sobrado na Praça Benedito Calixto, em Pinheiros.

Junto com o Manifesto divulgo uma gravura que ganhei do companheiro Henfil na data do lançamento do Manifesto, daqui a poucos dias divulgarei a lista dos signatários e até o mês de julho, contarei algumas passagens de importância política sobre a Articulação dos 113. Divirtam-se.

São Paulo, 02 de julho de 1983.

Gravura feita pelo Henfil na ocasião do lançamento do manifesto.

Companheiros do PT,

Estamos convencidos que o PT vive, hoje, um momento muito difícil, mas não aquela crise que os seus inimigos apregoam. Diante disso, resolvemos nos articular para uma intervenção coletiva na vida do nosso partido. Estamos, nesse momento, diante da importante tarefa da renovação das direções partidárias.

Reconhecemos as dificuldades que vivem, decorrentes 1º dos desacertos das nossas direções na aplicação da linha de construção partidária, e 2º da ofensiva externa, daqueles que são contra, e interna, daqueles que não acreditam que os trabalhadores são capazes de se organizarem como força política autônoma em nosso país.

No entanto, reafirmamos, nesse momento, a vigorosa vontade de milhares de militantes que, apoiados no reconhecimento da necessidade histórica do PT, querem fazer do Partido um dos instrumentos dos trabalhadores construírem uma sociedade socialista, onde não haja explorados nem exploradores.

Defendemos, assim, o PT como partido de massas, de lutas e democrático. Combatemos, por isso, as posições que, por um lado, tentam diluí-lo numa frente oposicionista liberal, como o PMBD, de ação predominantemente parlamentar-institucional; ou que se deixam seduzir por uma proposta “socialista” sem trabalhadores, como o PDT. Também combatemos aqueles que, incapazes de traduzir nosso papel em termos de uma efetiva política de organização e acumulação de forças, se encerram numa proposta de partido vanguardista tradicional, que se auto-nomeia representante da classe trabalhadora. Por outras palavras, somos contra tanto o comportamento individualista daqueles que acreditam não ser necessário ouvir o Partido e que, por conta própria, avançam propostas conciliadoras, como aqueles que, também não se submetendo a democracia interna do PT, subordinam-se a comandos paralelos e priorizam a divulgação das suas posições políticas, em detrimento daquelas do próprio Partido.

Ao contrário desses “iluminados”, não temos respostas para todos os problemas do PT. Nem temos a receita infalível para superar a crise econômica do país, para vencer a ditadura e para chegar ao poder.

O que pretendemos, ao detonar o amplo processo do debate democrático - que subsidiaremos com alguns documentos de produção coletiva a serem amplamente distribuídos - é contribuir para que os próprios militantes, filiados e simpatizantes do PT possam elaborar coletivamente diretrizes claras, capazes não apenas de orientar a nossa prática cotidiana e a da direção renovada, mas, sobretudo, de auxiliarem o avanço e a unificação política dos movimentos dos trabalhadores.

Entendemos assim, que cabe ao PT nesse momento:

1. Lutar contra a tentativa do regime de estabelecer uma política de trégua e de conciliação, assim como lutar contra o estabelecimento, por forças que se dizem de oposição, de um pacto social que visa ao isolamento dos trabalhadores. Entendemos que tais propostas buscam, tão somente, fazer novamente a classe trabalhadora apagar os custos da crise econômica e social;

1. Responder a esta conciliação e a este pacto com a mobilização de todas aquelas forças sociais exploradas que estão dispostas a lutar pelas numerosas reivindicações abrigadas pelo lema TRABALHO, TERRA E LIBERDADE;

1. Cumprir concretamente nosso papel como partido de massa:

1. Militando intensamente nos movimentos populares, sindicais, raciais, culturais e das chamadas minorias, contribuindo com propostas concretas para a condução de suas lutas, respeitada a sua autonomia;

2. Aplicando nossas propostas de filiação e nucleação intensivas, a fim de que as mais amplas camadas de explorados possam participar da construção do PT e da aplicação da sua política; e.

3. Executando uma política ativa de formação política e cultural dos militantes;

4. Para levar à prática as propostas acima, achamos que também são necessários alguns passos relacionados com a estrutura e a democracia interna do Partido:

D.1 - Revalorizar o papel dos núcleos como instância de reflexão e deliberação;

D.2 - Imprimir-lhes uma dinâmica, sobretudo, direcionada para a atuação dos movimentos sociais e não apenas para a vida interna do partido;

D.3 - Estabelecer critérios políticos claros para a escolha das direções partidárias e dos parlamentares;

D.4 - Estabelecer, também, critérios claros para a participação das bases nas decisões partidárias;

D.5 - Descentralizar a estrutura organizacional e financeira do partido, alcançando todas as nossas bases, seja na capital, seja no interior do Estado;

D.6 - Criar uma imprensa partidária ágil e amplo fluxo de informações, que atinja o conjunto do Partido; enfim, abrir todos os canais possíveis para consolidação da democracia interna do Partido dos Trabalhadores.

Comprometidos, portanto, com esses princípios, nós, abaixo-assinados, militantes de diversas regiões, setores e instâncias do PT, convocamos a todos os companheiros que concordam com essas posições a apoiarem e a participarem deste projeto que se inspira nas idéias originárias do nosso Partido.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Quem viver vera?


Este é o principal slogan do programa de governo do "pré-candidato". Só Freud explica...



Política

No Interior, Eduardo manda recado

“Quem viver verá”, disse o governador sobre guerra de slogans na TV

CARUARU - “Quem viver verá”. Foi assim, em clima de recado e disputa, que o governador Eduardo Campos (PSB) - e eventual adversário de Dilma Rousseff em 2014 - reagiu ontem à guerra de slogans que vem sendo travada entre o seu partido e o PT, segundo os quais, respectivamente, é possível “fazer mais” e “fazer cada vez mais”. O mote, adotado pelo socialista desde que seu nome passou a figurar entre os presidenciáveis, foi usado com insistência nas recentes inserções e no programa nacional do PSB. E vem incomodando o PT, que começou a tentar neutralizar a colocação do pernambucano, desde o último dia 27, quando Dilma e o ex- presidente Luiz Inácio Lula da Silva começaram a aparecer na televisão, afirmando que “nosso governo também aprendeu, com o Brasil e os brasileiros, que é possível fazer cada vez mais e melhor”.

“Conseguimos um passo importante, que é mostrar que é possível fazer mais pelo povo brasileiro. Ruim na vida é quando a gente acha que já fez tudo, e começa a contar o que já foi. O importante na vida da gente, da família, da empresa, de um estado, de um país, é que as pessoas se sintam desafiadas a fazer mais e melhor”, disse Eduardo Campos, em Caruaru,  onde iniciou um périplo por mais de dez localidades da Zona da Mata e da Região Agreste, para assinar convênios, vistoriar obras e implantar ações de convivência com a seca.

Mais cedo, depois de uma entrevista na TV, Campos havia abordado o tema. “Acho que conseguimos construir um entendimento bom e saudável para que no Brasil haja debate sobre temas, independente da eleição. É complicado quando toda vez que se vai falar como político, as pessoas sejam vistas como candidatos. É importante discutir o País, reconhecer que é possível fazer mais. Acho que os programas do PT mostram construção desse consenso. Mas não entenderia a frase adotada pelo PT como um recado (para o PSB), como o nosso não foi (para o PT)”, amenizou.

CAMPANHA
Enquanto discursava, Edu­ardo Campos, por vezes, foi interrompido pela multidão, que gritava “Eduardo Presidente do Brasil”. Em cima dos palanques, secretários, prefeitos e líderes comunitários se referiam ao governador como futuro presidente. O discurso de Eduardo não foi tão diferente dos demais, apesar de não citar sua candidatura, focou nas ações que fará no Estado e na “visão de crescimento que sempre teve”.