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sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Quando a verdade enterra a mentira.


Terminamos o ano de 2012 com a grande mídia alardeando fatos pontuais e irrelevantes da conjuntura econômica e social, alimentando o discurso oposicionista do “quanto pior melhor”, cuja a clara intenção era, e ainda é, desgastar a imagem do PT, do governo da presidenta Dilma e, por tabela, do ex-presidente Lula.

Fizeram do resultado do Produto Interno Bruto um verdadeiro  palanque contra a política econômica, tentando jogar o desanimo no seio da população. É bom lembrar que, em relação ao resultado do PIB esqueceram - ou não quiseram dizer - dos impactos da crise internacional e de uma série de fatores internos, sobretudo de natureza climática em relação à seca no nordeste e o excesso de chuvas em outras regiões, prejudicando em boa parte a produção da safra, com impacto direto no preço da cesta básica, inclusive reduzindo as exportações dos nossos grãos para o mercado externo.

Além disso, depois da abundante oferta de crédito, é natural a redução no consumo e na tomada de novos empréstimos por parte da população. Estes são alguns dos fatores que contribuíram para a queda da produção em vários setores com o impacto direto no resultado do PIB.

Mas do ponto de vista da agenda social, o resultado do PIB não impediu que os programas implantados ao longo dos 10 anos de governo do PT, continuassem apresentado resultados positivos. Como, por exemplo, a política de recuperação do poder de compra do salário mínimo; a consolidação dos programas de distribuição de renda - como o Bolsa Família - os avanços na educação e o apoio fiscal aos vários setores produtivos que contribuem para a formação de mão de obra e para a geração de emprego. Eis ai alguns exemplos do compromisso de uma agenda diferenciada do chamado projeto neo-liberal.

Para se contrapor à pauta negativa insistentemente propalada pela grande mídia, divulgo o documento publicado pelo IPEA em18 de dezembro de 2012, com uma análise profunda sobre o resultado do PIB e a distribuição da renda nacional sobre a piramide social, beneficiando especialmente as camadas mais pobres da população. Mostrando claramente que não é preciso esperar o bolo crescer para só depois distribuí-lo

Eis o documento.

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