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quarta-feira, 4 de julho de 2012

Sempre desconfiei da defesa das organizações em favor da veja: VEJAM!

O Conversa Afiada reproduz comentário de amigo navegante:

Flagrado em interceptações telefônicas da Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, o diretor da revista Época em Brasília, Eumano Silva, foi demitido do cargo nesta terça-feira, dia 3 de julho. No grampo da PF, divulgado pela revista CartaCapital, (aqui para ler)  Silva, usando o codinome “Doni”, aparece negociando com o araponga Idalberto Martins, o Dadá, matéria contra uma empresa concorrente da Delta, empreiteira que está no centro dos negócios da quadrilha do bicheiro Carlinhos Cachoeira. O jornalista Diego Escosteguy, que estava em Nova York, irá assumir o cargo de diretor da sucursal de Época na capital federal.”
E PHA, olha em anexo, que interessante a tese defendida no mestrado, no mês passado, por Diego Escosteguy na Universidade da Columbia, em NY. Como é que vc acha que será a linha editorial da Época, daqui por diante?
Em tempo: os filhos do Roberto Marinho – eles não tem nome próprio – demitiram em silêncio para não passar recibo.


Como se sabe, eles mandaram o Michel Temer seguir uma linha na CPI: quando ouvir falar em Veja, leia imprensa; quando ouvir falar em imprensa, leia Globo.
Bendita CPI.
Desmoraliza os aloprados a serviço do Cerra; TV Record mela o mensalão; e até o PiG (*), o Valor, chega à conclusão do Mino: o mensalão não se prova.

Em tempo2: Do Facebook do novo chefe da Globo em Brasilia, esse da “corrupção impera”. É um “ousado”:
Diego Escosteguy
há 15 horas
Pequena novidade: assumi a direção da sucursal de Brasília da revista ÉPOCA. Vou ajudar o time a somar três pontos, ao lado dos intrépidos Andrei Meireles, Murilo Ramos, Leandro Loyola, Marcelo Rocha e Leonel Rocha. Contamos com a colaboração — e a cobrança — de vocês. Do nosso lado, não faltará trabalho, empenho, vibração. E, ouso dizer, bom jornalismo.
Paulo Henrique Amorim

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

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