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terça-feira, 10 de julho de 2012

Me engana que eu gosto!

É assim que o candidato tucano à prefeitura de São Paulo trata os que discordam dele. Quanto mais o tempo passa, ele fica mais PREPOTENTE.

Faltou o "B"

Hostilizado, Serra diz algo terminado em ‘…osta’
Josias de Souza

O tucano José Serra levou suas pretensões eleitorais para passear na Liberdade, bairro da colônia japonesa. Ensaiou passos de uma dança chamada Lambazouk e participou do ritual Daruma, no qual a pessoa pensa num desejo e pinta um dos olhos de um boneco. Se for atendido, volta depois para pintar o outro olho.

Ao caminhar pelas ruas, Serra circulou por entre barracas, tomou café com saquê e distribuiu sorrisos e apertos de mão. Ri daqui, cumprimenta dali o candidato foi hostilizado por um adolescente. Serra achegou-se ao desafeto e cochichou-lhe algo no ouvido.

Um repórter que observava a cena de perto perguntou ao tucano se ele havia chamado o eleitor hostil de “bosta”. E Serra: “Eu disse: você me diz depois porque não gosta. Você [repórter] trocou o gosta por bosta. Aliás, essa é uma grande notícia, não é?”

De duas, uma: ou o repórter transporta a sensibilidade auditiva no nariz ou Serra, num repente, providenciou uma boa rima.

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