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terça-feira, 25 de outubro de 2011

A verdade entre o atraso e o avanço

Análise divulgada hoje pelo Ipea mostra bem a diferença entre o passado tucano e o presente petista também na área da habitação. Abaixo reproduzo matéria publicada no UOL nesta terça-feira (25):

Investimentos habitacionais cresceram 785% em 7 anos, aponta Ipea

Os investimentos habitacionais no Brasil cresceram 785% de 2002 até 2009, passando de 7 bilhões para R$ 62 bilhões, segundo análise do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), divulgado nesta terça-feira (25).

O comunicado do órgão ligado à Presidência da República, intitulado "O planejamento da habitação de interesse social no Brasil: desafios e perspectivas", não traz dados novos apenas avalia os gastos voltados às moradias de baixo custo entre 2002 até 2009.

O SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) aplicava R$ 1,7 bilhão em 2002, enquanto em 2009, atingiu cerca de R$ 33 bilhões. A faixa de renda entre zero e três salários mínimos (SMs), na qual se concentra o deficit habitacional, recebia 32% dos investimentos, em 2002, chegou a 77%, em 2007, e se estabilizou em 64% em 2008 e 2009.

Segundo a análise, o desenvolvimento habitacional ocorria de maneira errática e com poucos investimentos após o fim do BNH (Banco Nacional de Habitação, banco público voltado ao financiamento e à produção imobiliária, criado na ditadura militar no ano de 1964 e extinto em 1986). No início do governo Lula, em 2003, destaca o Ipea, há a definição de um novo período da política federal para a habitação.

Hoje, a política habitacional tem sua diretriz dada pelo Ministério das Cidades e o Conselho Nacional das Cidades há a clara definição da elaboração de uma Política Nacional de Desenvolvimento Urbano, de maneira federativa e com participação e controle social. Destaque aqui para o programa Minha Casa, Minha Vida, bandeira encampada por Lula no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e cuja sucessora, a presidente Dilma Rousseff dá prosseguimento no PAC 2.

As 11 principais regiões metropolitanas concentram 80% das favelas, 33% de deficit habitacional e cerca de 60% do Produto Interno Bruto (PIB).

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